9 perdas no sector privado

Os cortes no Estado chegaram a todas as áreas do sector privado. Estas foram as 9 principais alterações.

1 – Ao longo dos últimos anos, o subsídio de desemprego registou várias alterações. Em 2006, o acesso a esta prestação social em caso de rescisão por mútuo acordo deixou de ser direto, passando a estar limitado a um sistema de quotas. Já em 2010, alterou-se a fórmula de cálculo da prestação (não podendo ir além de 75% do salário líquido, com limites) e em 2012 baixou-se o seu valor máximo para 1048 euros, reduziu-se o tempo máximo de atribuição e introduziu-se uma penalização de 10% no valor ao fim dos primeiros seis meses.

2 – Desempregados com subsídio passam a pagar uma taxa de 6% sobre o valor que recebem, desde que daqui não resultante um montante inferior a 419 euros.

3- Ausências de baixa por doença passam a ser taxadas em 5%, salvaguardando um valor mínimo.

4 – Dias úteis de férias reduzidos de 25 para 22, devido à eliminação da majoração de 3 dias de férias que premiava os trabalhadores mais assíduos.

5 – Em 2013, o número de dias de trabalho aumentou como consequência direta da eliminação de quatro feriados.

6 - Bancos de horas podem ser negociados diretamente com o trabalhador.

7 - Trabalho extraordinário ou em dia feriado passa a ser pago pela metade.

8 – Facilitado o despedimento por inadaptação, deixando este de estar indexado à introdução de novas tecnologias ou mudanças no posto de trabalho.

9 – Cálculo da indemnização em caso de despedimento passa passa a ser feito com base em 20 dias por cada ano de trabalho (antes eram 30 dias) não podendo daqui resultar um valor superior a 12 meses de remuneração. Este cálculo está novamente em processo de descida, passando a contagem a ser feita ao ritmo de 12 dias (ou 18 nos primeiros três anos contrato).

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 23:50 | comentar | favorito