Entradas diretas de novos trabalhadores nas empresas estão a crescer, mas muito lentamente

Os centros de emprego estão a dar mais resposta aos pedidos dos desempregados (+ 58,3% desde o início do ano), o que confirma a tendência de redução na taxa de desemprego - passou para 15,1% no primeiro trimestre. No entanto, as colocações continuam a chegar especialmente através de medidas ativas de emprego e de regimes de formação profissional. O número de entradas diretas nas empresas está a melhorar, mas ainda não chega.

Os números da Execução Financeira do IEFP mostram duas tendências de melhoria no mercado de trabalho: tem havido mais respostas para os pedidos dos desempregados e mais contratações diretas. No entanto, mostram também que se não fossem as medidas ativas de emprego muito do emprego criado em Portugal nem existia - representa mais de 90% das respostas.

 

Os números de janeiro e março são evidentes: em janeiro, a integração direta no mercado de trabalho chegava apenas a 9235 dos 182 170 utentes reencaminhados pelo IEFP (5,1%). Este número aumentou março para 25 034 a entrar diretamente nas empresas dos 288 516 reencaminhados pelos centros de emprego. Mas ainda representou apenas 8,7% do total de pessoas reencaminhadas por aquele organismo.

O aumento no número de contratados diretamente está a surgir à custa de menos integrados através de medidas como o Estímulo 2013; o Impulso Jovem ou estágios profissionais. Em janeiro as medidas representavam 94,9% das respostas e em março o número caiu para 91,3%.

fonte:;http://www.dinheirovivo.pt/Eco

publicado por adm às 20:21 | comentar | favorito