04
Set 15

7 sinais de que precisa de mudar de emprego

O estudo já é de 2013 mas os números são reveladores: de acordo com as conclusões das Gallup, apenas 13 em cada 100 pessoas gostam daquilo que fazem todos os dias. Se sente que setembro é a altura ideal para recomeçar alguma coisa na sua vida, este pode também ser o período certo do ano para rever os seus objetivos e procurar alternativas.

Todos os dias se pergunta o trabalho lhe traz e lhe rouba? Os dados do inquérito feito a trabalhadores de 140 países mostravam que 63% dos inquiridos não demonstrava "compromisso" com o trabalho que desempenhava e que 24% das pessoas estava muito infeliz com as tarefas feitas diariamente.

 

Face aos dados, a Fast Company decidiu pôr mãos à obra e apontar sete sinais de que pode estar na hora de começar a procurar um novo desafio profissional, com todas as mudanças que a decisão pressupõe. Se sente que é desta, veja que identifica os sinais:

1. O ambiente é tóxico: estar todos os dias num lugar onde se sente mal pode significar que esse trabalho tem os dias contados. Muitas vezes é possível fazer pequenas mudanças para tornar o espaço mais simpático e apetecível mas existe sempre um limite. Se o pessimismo está a dar cabo de si, o melhor é pensar nisso porque, muitas vezes, essas condições podem estar a tirar-lhe a energia.

 

2. Perdeu a paixão: sente que a força de todos os dias é uma amostra daquela que tinha nos primeiros tempos da sua carreira e que trabalha diariamente graças aos processos que já interiorizou? Se volta de férias e já conta os dias para as próximas, pode haver algo de errado aí.

3. Já não usa as suas capacidades, sente-se estagnado: "precisa de desafios e de oportunidades de crescimento para continuar a sentir-se motivado, vivo e vibrante", escreve a revista, mas o trabalho tornou-se tão repetitivo que nunca precisa sequer de pensar no que está a fazer? Se sim, talvez esteja a precisar de um abanão.

 

4. Não sente que o seu trabalho seja reconhecido ou premiado: se, apesar de gostar do que faz, parece que ninguém dá por nada, talvez esse seja um dos sinais de que precisava para dar o salto e procurar alternativa. Se trabalha no duro mas sente que ninguém nota o empenho e o impacto do que faz, essa sensação pode influenciar a maneira como se dedica às coisas.

 

5. Perdeu a confiança nos valores da empresa: muitas vezes, apesar de haver fatores de desconforto, muitos trabalhadores continuam a desempenhar bem os seus cargos graças aos pilares da organização. Quando até as bases do negócio estão tremidas, talvez seja altura de mudar.

6. A sua saúde e as suas relações estão a sofrer: sempre que o seu trabalho influencia o seu corpo ou as relações pessoais que mantém na sua vida, esse deve ser também um sinal de alarme. O stress, o cansaço generalizado e a preocupação sempre que se aproxima a data de regresso ao trabalho pós-férias são fatores que devem pesar na hora de pensar em procurar um novo desafio: lembre-se que o seu emprego não deve prejudicar as restantes dimensões da sua vida.

 

7. O seu trabalho não serve de base aos seus objetivos a longo prazo: consegue ver como as suas opções de carreira têm alterado a evolução da sua vida? É importante reconhecer o momento em que o seu trabalho já não lhe oferece condições para o futuro que deseja e os planos que traçou e, sobretudo, se ele é o caminho que quer seguir na sua vida. Mudar de carreira deve estar em cima da mesa: apesar de poder trazer-lhe algum nervosismo, talvez esteja na altura de pensar no assunto.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/f

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22
Jan 15

Conheça as melhores empresas para trabalhar

 

Microsoft, Cisco e Diageo são as vencedoras em Portugal, segundo o Great Place to Work.

O sector tecnológico volta a estar em força - mas sem dominar - na lista deste ano das melhores empresas para trabalhar em Portugal. AMicrosoft e a Cisco venceram nas categorias de mais de 250 e entre 100 e 250 trabalhadores, respectivamente, mas nas empresas mais pequenas, com menos de 100 trabalhadores, a número um é a Diageo, empresa britânica de bebidas como a Smirnoff e a Johnie Walker, segundo o Instituto Great Place to Work, divulgado na passada semana.


"A ética e a honestidade da liderança, a par com o orgulho em trabalhar na empresa, nos seus resultados e no seu contributo para a comunidade, integram as áreas mais positivamente percepcionadas pelos colaboradores das vencedoras Great Place to Work Portugal em 2015", refere o instituto.
Adicionalmente, a qualidade do acolhimento bem como a comemoração de acontecimentos especiais são tópicos que registam taxas de satisfação elevadas entre o ‘top' geral de 2015, constituído por um grupo de empresas que conta com quatro novas entradas - Biogen, Cofidis, FixeAds e Leo Farmacêuticos - e 70% de empresas já reconhecidas em 2014.


Mas há muitas questões concretas que fazem da empresa um bom local para trabalhar. De acordo com a informação oficial do instituto, são valorizados factores como qualidade das instalações; comemoração de acontecimentos especiais, promoção da flexibilidade de horário e do teletrabalho, possibilidade de fazer formações, de trabalhar no estrangeiro, etc.
"Um excelente lugar para trabalhar é aquele em que se confia nas pessoas para as quais se trabalha, se tem orgulho do que faz e se gostas das pessoas com que se trabalha", resume Robert Levering, fundador do Great Place to Work.

Google foi eleita melhor sítio para trabalhar no mundo


O estudo anual do instituto baseia-se em dados de mais de 10 milhões de colaboradores em 45 países, representando mais de 5.500 empresas por dimensão, sector e estrutura variáveis. A nível global, a grande vencedora de 2015 é também uma tecnológica: a Google.


O Great Place to Work mede os comportamentos e o ambiente que formam o suporte às empresas que são simultaneamente os lugares para trabalhar mais procurados do mundo e os negócios melhor sucedidos, através de 58 questões específicas incluídas no questionário ‘Trust Index'.


O Great Place to Work surgiu quando, em 1981, um editor de Nova Iorque incentivou dois jornalistas de negócios - Robert Levering e Milton Moskowitz - a escrever um livro denominado "As 100 Melhores Empresas para Trabalhar na América". Portugal foi o primeiro país da Europa a publicar o ‘ranking' das Melhores Empresas para Trabalhar, no ano de 2000.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Dez 14

Um em cada 4 trabalhadores dos hipers é temporário

O trabalho temporário abrange praticamente um quarto (26,4%) dos trabalhadores ao serviço das grandes unidades comerciais, que no total empregam quase 100 mil pessoas, segundo dados do INE.

O comércio perdeu quase quatro mil empresas e 20 mil trabalhadores, mas manteve o volume de negócios, num só ano, de 2012 para 2013.

Por outras palavras, tudo culminou no apuramento de um total de 232 mil empresas (22% da totalidade do setor empresarial), que empregavam 733 mil trabalhadores (21,3%), e geraram um volume de negócios de 119,6 mil milhões de euros (37,0%).

No caso concreto das chamadas "Unidades comerciais de dimensão relevante", o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que empregam 98,7 mil pessoas, das quais 26,4% estavam em trabalho temporário, ou seja, quase um em cada quatro trabalhadores está abrangido por este regime. Também se conclui que 70,7% do pessoal ao serviço eram mulheres.

"Perecariedade é exagerada"

Em relação ao regime laboral praticado nas grandes unidades comerciais, o sindicato encara os números "sem surpresa", para lamentar que, "nos super e nos hipermercados, a precariedade é exagerada", como comenta Jorge Pinto, coordenador da Direção Regional do Norte do CESP.

"Nem todas as empresas do setor têm a mesma taxa de precariedade, mas é um recurso persistente, sobretudo, por ocasião dos picos de venda, uma situação contra a qual temos vindo a lutar", sublinha Jorge Pinto.

Quanto à dinâmica do setor - de estar a perder empresas e trabalhadores, mas a manter o volume de negócios -, o sindicalista entende que "esse só pode ser o resultado das fortes campanhas que as empresas estão a desenvolver para fidelizar clientes, com cartões e descontos".

Margens a duplicar

Mas as grandes unidades destacam-se ainda por outra realidade. Segundo o INE, as empresas do comércio a retalho do "grupo 471", onde se incluem hipermercados, supermercados e outras grandes superfícies dedicadas à venda de bens variados, foram as que "obtiveram a mais elevada margem comercial": 170 mil euros por empresa, "valor que representa mais do dobro das margens por empresa observadas na maioria dos restantes grupos de comércio a retalho".

Marca própria

Em 2013, a venda de produtos de marca própria abrangeu 34,9% do volume de vendas global do segmento alimentar (em 2012 era 34,4%), enquanto no segmento não alimentar representou 48,0% do volume de vendas (48,4% em 2012).

 
fonte:http://www.dinheirovivo.pt/
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01
Dez 14

Existem 116 pessoas inativas por cada 100 que trabalham

Desde 2009 que o número de pessoas inativas, ou seja que não trabalham mas que também não contam para as estatísticas do desemprego, supera o de pessoas empregadas. De acordo com o INE, em 2013, eram já 116,6 os que não faziam nada para cada cem que estavam empregados.

O que é ser inativo? É, segundo o INE, um "indivíduo que, independentemente da sua idade, no período de referência não podia ser considerado economicamente ativo, isto é, não estava empregado, nem desempregado".

 

Quer isto dizer que cada pessoa que estava, em 2013, a trabalhar, suportava 1,16 pessoas que não faziam nada, nem se mostravam disponíveis para o fazer.

O peso dos que engrossam a lista dos inativos tem crescido a olhos vistos nos últimos anos, muitos deles porque quando ficam desempregados passam a inativos pela desistência de procurar emprego.

De acordo com o anuário do INE referente a 2013, apenas em 1998 e 1999, tinham sido registados mais inativos do que empregados (104,1 e 102,6, respetivamente). Em 2001 registou-se o número mínimo de inativos de sempre, segundo o INE (97,2 por cada cem empregados). No entanto, a partir daí foi sempre a subir.

No ano passado, eram já 116,6 por cada cem a trabalhar e, dividindo o país por localizações geográficas, o Alentejo é a região onde os números são maiores: 129,3 inativos por cada cem empregados, logo seguido pelos Açores com 129,2. No extremo oposto está a região centro onde os valores baixam para 103,1.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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23
Nov 14

Número de desempregados nos centros de emprego cai 12,9% em outubro

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego fixou-se nos 605.516 em outubro, uma descida de 12,9% em termos homólogos e de 1,8% face a setembro, segundo os dados divulgados pelo IEFP.

De acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), "no final do mês de outubro estavam inscritos como desempregados nos centros de emprego do continente e regiões autónomas 605.516 indivíduos, número que representa 70,8% de um total de 855.242 pedidos de emprego".

No mês passado, o total de desempregos diminuiu em 89.388 (-12,9%) face a outubro de 2013, enquanto em relação a setembro a quebra foi de 11.106 (-1,8%).

Por género, as mulheres lideram no desemprego registado em outubro, representando 51,9%, totalizando 314.369, com o número de homens registados sem emprego ascendia a 291.147 indivíduos.

O desemprego nos homens registados nos centros de emprego recuou 13,3% face a outubro do ano passado e uma diminuição de 0,7% em relação a setembro.

Já o número de mulheres desempregadas recuou 12,4% em termos homólogos e diminuiu 2,8% face o mês anterior.

Em outubro, as mulheres representavam 51,9% do desemprego registado.

Em relação ao grupo etário, o segmento dos jovens registou uma quebra do desemprego de 13,3% em termos homólogos, mas aumentou 1,4% face a setembro.

Nos adultos, a quebra homóloga em outubro foi de 12,5% e face ao mês anterior diminuiu 2,3%.

Em relação ao tempo de inscrição, os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram 19,1% em termos homólogos e recuaram 1,3% face a setembro.

Já os desempregados de longa duração [com tempo de inscrição igual ou superior a um ano] recuaram 5,7% em relação há um ano e baixaram 2,3% em cadeia.

O número de desempregados que procurava um novo emprego recuou 14% em termos anuais e 2,1% em relação a setembro.

No caso dos desempregados que pretendiam o primeiro emprego, o IEFP adianta que o número recuou 3,1% em termos homólogos, mas aumentou 0,2% face ao mês anterior.

"Segundo a escolaridade, a redução anual do desemprego foi sentida em todos os níveis de instrução. O 3.º ciclo do ensino básico evidenciou-se com o decréscimo mais significativo (-15,3%)", adianta.

Em termos regionais, o desemprego diminuiu em todas as regiões do continente e nas regiões autónomas, em termos homólogos, adianta.

No entanto, no Algarve, o desemprego caiu 19,9% em termos homólogos, mas subiu 10% face a setembro.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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10
Nov 14

Governo quer integrar 20 mil desempregados de longa duração no mercado de trabalho

Cerca de 20 mil desempregados de longa duração serão beneficiados nos primeiros quatro meses de 2015, com vista à sua "integração profissional" e ao "rápido regresso ao mercado de trabalho", anunciou esta segunda-feira o ministro do Emprego.

Pedro Mota Soares, que falava no debate parlamentar na especialidade sobre o Orçamento do Estado para 2015, revelou que "foram transmitidas orientações precisas ao Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para que passasse a utilizar de uma forma selectiva a modalidade de formação 'Vida Activa'".
 
O ministro afirmou que "o desemprego de longa duração é o que sente maiores dificuldades, até porque apresenta uma relativa rigidez quanto à oferta de emprego", justificando assim a decisão agora anunciada perante os deputados. 
 
Numa comparação com 2011, Mota Soares acentuou que "há hoje mais 29 mil colocações no mercado de trabalho pelo IEFP e mais 44 mil ofertas de emprego". "Estamos, portanto, mais próximos da realidade que o mercado procura e que o mercado precisa. E isso dá esperança a quem procura emprego", sublinhou.

Dois mil milhões para atacar a exclusão e o desemprego
O ministro garantiu que terá dois mil milhões de euros dos fundos comunitários Portugal 2020 para gastar com os desempregados de longa duração, pessoas com deficiência e programas de aquisição de competências básicas.

"Nunca antes Portugal tinha tido uma parte dos seus fundos exclusivamente para a inclusão social e o emprego. Nunca antes se haviam destinado dois mil milhões de euros no combate à pobreza, à exclusão social e ao desemprego. Vamos tê-los", defendeu.

Aos deputados, o ministro aproveitou para deixar a garantia de que essa verba vai ser gasta "num conjunto vasto de medidas", entre programas específicos de emprego para desempregados de longa duração, pessoas com deficiência e com programas de aquisição de competências básicas.

Segundo Mota Soares, as medidas passam por aumentar o número de territórios com contratos locais de desenvolvimento social, introduzir novas tecnologias no cuidado a doentes e idosos ou por diversificar a oferta de serviços sociais e de saúde.
  
"Garantia Jovem" para 185 mil pessoas
Mais de 185 mil jovens estão actualmente inseridos no programa "Garantia Jovem", revelou o ministro do Emprego. Mota Soares garante que o Governo já atingiu "cerca de metade da meta" traçada para dois anos.

“Mas queremos até ao final do ano que vem, tal como consta no Orçamento para 2015, desenvolver cerca de 378 mil respostas de educação, formação, inserção e emprego para os jovens portugueses, num investimento global de 1.300 milhões de euros", disse o governante.

O programa "Garantia Jovem" visa o apoio ao emprego nos jovens, com apoios à contratação, formação profissional ou estágio.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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18
Out 14

Menos 80 mil inscritos nos centros de emprego no espaço de um ano

O desemprego registado caiu 11,6% em termos homólogos no mês de Setembro, evoluindo também em queda face a Agosto deste ano, de acordo com os dados do IEFP.

Em Setembro estavam registados nos centros de emprego portugueses um total de 616.622 desempregados, um número que constitui uma queda face ao mesmo mês do ano passado e também contra Agosto deste ano, de acordo com os dados divulgados pelo IEFP.

 

O desemprego registado recuou 11,6% em termos homólogos, o que traduz uma queda de 80.674 inscritos nos centros de emprego no espaço de um ano. Face a Agosto a queda foi de 1,2%, ou 7.608 inscritos.

 

Os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram 17,8%, em relação a Setembro.

A descida do número de desempregados inscritos foi sentida em todos os níveis de instrução e também em todas as regiões. Destaque para o Algarve, onde se registou a descida mais acentuada (-20,8%).

 

Quanto às ofertas de emprego, também apontam para uma melhorai no mercado de trabalho. Aumentaram 20,3% para 23.625.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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12
Out 14

Entre 70 a 80% dos portugueses estão dispostos a emigrar

Entre 70 a 80% dos portugueses estão dispostos a trabalhar fora do país. Esta é uma das conclusões do estudo Decoding Global Talent, elaborado pela The Boston Consulting Group (BCG), que destaca que mais de metade dos trabalhadores a nível mundial (63,8%) está disposto e emigrar.

Portugal está no conjunto de países que, devido à situação económica mais instável, tem como fatores explicativos desta tendência a oportunidade dos trabalhadores progredirem profissionalmente fora do país e de terem melhor qualidade de vida.

Já os trabalhadores de países com padrões de qualidade de vida mais elevados justificam a disponibilidade para trabalhar em território internacional pela própria experiência, explica a análise da BCG.

O relatório da BCG indica também a lista dos 10 países para os quais os portugueses estão mais dispostos a emigrar por motivos profissionais:

Reino Unido (61%) surge à cabeça, seguido de Espanha (51%), Suíça (51%), EUA (48%), Brasil (45%), França (45%), Luxemburgo (43%), Alemanha (43%), Holanda (38%) e Austrália (37%).

"O desafio para as empresas portuguesas consiste em definirem propostas de valor atrativas para os seus trabalhadores, que incluam aspetos de mobilidade, aprendizagem, novas experiências e desenvolvimento profissional", defende Carlos Barradas, Senior Partner & Managing Director da BCG Portugal.

O mesmo responsável destaca ainda que "o interesse em trabalhar fora do país tem muitas vezes a ver com a falta de coerência das propostas de valor que têm nos seus locais de trabalho atuais e a falta de adequação às suas expectativas."

No seguimento desta ideia, a BCG defende ser essencial que as grandes empresas antecipem esta tendência mundial de mobilidade, tendo em atenção quatro implicações principais:

- Revisitar as propostas de valor atuais, com particular enfoque nas políticas de mobilidade funcional e internacional;

- Assumir que a mobilidade a nível global tem como consequência a competição global pelos melhores profissionais, incluindo os portugueses;

- Alinhar a sua estratégia de Recursos Humanos com as expectativas dos trabalhadores - aprendizagem, trabalhar em inglês, reconhecimento e bom relacionamento com colegas e superiores;

- Conceber novas estratégias de recrutamento, incluindo a contratação de recursos humanos fora do país.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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29
Mai 14

Conheça as regras do despedimento por extinção de posto de trabalho

Critérios para seleccionar o trabalhador a despedir num processo de extinção de posto vão mudar. Mas há outras regras que se mantêm e que é preciso ter em conta.

A partir de 1 de Junho há novos critérios para determinar o trabalhador a despedir num processo de extinção de posto de trabalho. Saiba como funciona o regime e o que vai mudar.


1 - Como é que a empresa vai seleccionar o trabalhador a despedir em caso de extinção de posto?

Esta questão coloca-se quando há vários postos de trabalho de conteúdo funcional idêntico na secção (ou estrutura equivalente). Neste caso, para seleccionar o posto a extinguir, a empresa terá de respeitar uma nova ordem de critérios: esta é a grande novidade do diploma que entra em vigor a 1 de Junho. Desde logo, o funcionário a despedir será o que tiver pior avaliação de desempenho, com parâmetros previamente conhecidos pelo trabalhador. Se a empresa não tiver um sistema de avaliação de desempenho, ou caso se verifique empate entre trabalhadores, o patrão deve passar aos seguintes critérios, respeitando esta ordem: menores habilitações académicas e profissionais; maior onerosidade pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador para a empresa (ou seja, o trabalhador mais "caro"); menor experiência na função e menor antiguidade na empresa.

2 - Quais são os critérios actuais e porquê a mudança?

Actualmente, também existe uma ordem de critérios, mas está ligada sobretudo à antiguidade: o primeiro critério é "menor antiguidade no posto de trabalho", protegendo contratos mais antigos. Em Agosto de 2012, no âmbito da revisão do Código do Trabalho, o Governo quis alterar esta regra e definiu que a empresa poderia escolher "critérios relevantes e não discriminatórios" para seleccionar o trabalhador a despedir num processo de extinção de posto. Mas o TC travou esta norma, entre outras, em Setembro de 2013. Resultado: manteve-se a redacção anterior da lei, ligada sobretudo à antiguidade.

3 - Em que situações é possível avançar com a extinção de posto?

Aqui, não há alterações. O despedimento por extinção de posto de trabalho tem regras próprias: desde logo, deve ter por base os motivos associados ao despedimento colectivo. Em causa podem estar motivos de mercado (redução de actividade), estruturais (como desequilíbrio económico-financeiro) ou tecnológicos (por exemplo, alterações nos processos de fabrico ou informatização de serviços). Além disto, o despedimento por extinção de posto só pode ocorrer, nomeadamente, se não existirem trabalhadores com contrato a prazo a desenvolver as mesmas tarefas, se os motivos indicados não forem devidos a "conduta culposa" do patrão ou do trabalhador e se não for aplicável o despedimento colectivo.

4 - Quando é que não se aplica o despedimento colectivo?

Em termos gerais, a diferença reside no número de trabalhadores a despedir. Numa micro ou pequena empresa, um despedimento colectivo tem de envolver dois trabalhadores; já numa média ou grande empresa, abrange cinco.

5 - Há outras condições para o despedimento por extinção de posto?

Sim. Além dos requisitos já enunciados, o despedimento por extinção de posto só pode ter lugar se for "praticamente impossível a subsistência da relação de trabalho". E quando é que isto acontece? Quando o empregador não dispõe de outro posto compatível com a categoria profissional do trabalhador. O Governo ainda alterou este ponto em Agosto de 2012, mas o TC chumbou a redacção pelo que se manteve a regra anterior. Nas alterações que entram em vigor no dia 1 de Junho, o Governo assume esta redacção sem alterações. Além destes requisitos, a extinção de posto de trabalho continua a obrigar a uma série de comunicações e consultas e ao pagamento de compensação ao trabalhador.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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26
Mai 14

Entradas diretas de novos trabalhadores nas empresas estão a crescer, mas muito lentamente

Os centros de emprego estão a dar mais resposta aos pedidos dos desempregados (+ 58,3% desde o início do ano), o que confirma a tendência de redução na taxa de desemprego - passou para 15,1% no primeiro trimestre. No entanto, as colocações continuam a chegar especialmente através de medidas ativas de emprego e de regimes de formação profissional. O número de entradas diretas nas empresas está a melhorar, mas ainda não chega.

Os números da Execução Financeira do IEFP mostram duas tendências de melhoria no mercado de trabalho: tem havido mais respostas para os pedidos dos desempregados e mais contratações diretas. No entanto, mostram também que se não fossem as medidas ativas de emprego muito do emprego criado em Portugal nem existia - representa mais de 90% das respostas.

 

Os números de janeiro e março são evidentes: em janeiro, a integração direta no mercado de trabalho chegava apenas a 9235 dos 182 170 utentes reencaminhados pelo IEFP (5,1%). Este número aumentou março para 25 034 a entrar diretamente nas empresas dos 288 516 reencaminhados pelos centros de emprego. Mas ainda representou apenas 8,7% do total de pessoas reencaminhadas por aquele organismo.

O aumento no número de contratados diretamente está a surgir à custa de menos integrados através de medidas como o Estímulo 2013; o Impulso Jovem ou estágios profissionais. Em janeiro as medidas representavam 94,9% das respostas e em março o número caiu para 91,3%.

fonte:;http://www.dinheirovivo.pt/Eco

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