24
Out 13

Nespresso propõe redução de horário ou despedimento a trabalhadores no Porto

A Nespresso, do grupo Nestlé, propôs hoje a sete trabalhadores da loja da Boavista, no Porto, a redução das actuais 40 para 16 a 25 horas de trabalho semanais, sendo a alternativa o despedimento.

Segundo revelou à agência Lusa um dos trabalhadores afetados, a decisão foi hoje comunicada por responsáveis superiores da Nespresso numa reunião que decorreu na loja da Boavista, tendo-lhes sido apontado o dia 01 de novembro como data limite para optarem.

A atividade abaixo do esperado da loja - a única no Porto do total de 11 'boutiques' que a marca de café possui em Portugal, sendo as restantes em Matosinhos (uma), Braga (uma), Aveiro (uma), Coimbra (uma) e Lisboa (seis) - terá sido a explicação avançada pela empresa para justificar a decisão.

A medida afeta sete funcionários efetivos da loja, que tem um total de 18 trabalhadores, três dos quais contratados a prazo.

Contactada pela agência Lusa, a Nespresso esclareceu que "a Boutique Nespresso da Boavista está a ser alvo de uma remodelação do espaço" e que "esta alteração implica a reorganização da equipa, tendo sido proposta a alteração de carga horária a sete colaboradores".

Conforme explicou um dos visados, foi proposto aos sete trabalhadores - que possuem entre quatro e seis anos "de casa" - a redução do horário de trabalho para 16 a 25 horas semanais, consoante os casos.

"Não foi aberta a possibilidade de sermos transferidos para outras lojas, onde há vários contratados a prazo", afirmou, referindo que a única alternativa avançada foi o despedimento.

Segundo a fonte, os funcionários afetados foram selecionados com base no número de faltas injustificadas e nas vendas de um acessório dispensador de cápsulas de café.

Este trabalhador confirmou à Lusa que, durante o último mês, a loja da Boavista foi alvo de obras, que terminaram na segunda-feira, e que reduziram de nove para seis o número de postos de venda de café.

De acordo com esta fonte, a empresa alega que a loja tem vindo a registar uma afluência de clientes "abaixo do esperado", já que, quando se implantou na avenida da Boavista, haveria a expectativa, entretanto não confirmada, de que ali fosse abrir uma grande superfície comercial.

As obras de requalificação da avenida que desde há alguns meses impedem a circulação automóvel no troço onde se localiza a loja terão agravado esta situação.

A Nespresso integra o grupo suíço Nestlé, considerado o maior produtor mundial de produtos alimentares e que opera em diversas áreas de negócio, desde a nutrição infantil aos cafés, chocolates, cereais de pequeno-almoço, gelados, águas, refrigerados lácteos e alimentos para animais de companhia).

Em Portugal, a Nestlé possui quatro unidades de produção (Avanca, Porto, S. Miguel - Açores e Coruche) e 21 centros de distribuição, empregando mais de 1.800 colaboradores e tendo obtido em 2011 um volume de negócios superior a 624 milhões de euros, segundo dados disponíveis no sítio da empresa na Internet.

 

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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Patrões devem mais de 21 milhões de euros em salários

As empresas já devem mais de 21 milhões de euros de salários aos trabalhadores, segundo os dados divulgados pela Autoridades para as Condições de Trabalho (ATC). 

Até Setembro, quase dez mil trabalhadores tinham dinheiro a receber: dos 21.300 milhões em falta, 68% dizem respeito a subsídios de férias e de Natal em dívida.

Em declarações à Renascença, o inspector-geral, Pedro Pimenta Braz explica que estes casos não são pontuais e fala em atrasos de mais de dois meses. “São situações estruturais que se prolongam para lá de 60 dias”, refere.

O fenómeno verifica-se com maior gravidade ao nível das pequenas e médias empresas, sobretudo da indústria transformadora, acrescenta o inspector-geral.
 
Pedro Pimenta Braz considera que este é um reflexo da crise empresarial, que leva muitas empresas a falharem também no pagamento das obrigações às finanças e à segurança social.

O inspector-geral sublinha que o conhecimento destes casos resulta das acções inspectivas. As empresas com salários ou subsídios em atraso são notificadas, mas a ACT não tem meios de resolver a situação, tendo o caso de seguir para o tribunal.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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15
Set 13

Sobe o número de desempregados inscritos

O aumento do desemprego em termos homólogos foi generalizado a todas as regiões, com excepção do Algarve, onde se registou uma redução de 6,9%.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego era de 695.065, em Agosto, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 1% face a Julho, indica o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).   
  
O total de desempregados registados nos centros de emprego no final de Agosto aumentou 21.644 em relação ao período homólogo e aumentou 6.966 em relação ao mês de Julho deste ano.   
  
Os 695.065 desempregados registados em Agosto correspondem a 79,1% do total de 879.113 pessoas que se inscreveram para pedir emprego. 
  
A subida do desemprego em termos homólogos foi generalizada a todas as regiões, com excepção do Algarve, onde se registou uma redução de 6,9%. 
  
O "fim de trabalho não permanente" foi o principal motivo para a inscrição nos centros de emprego, representando cerca de 41% do total de desemprego em Agosto.   
  
O motivo "despedido" foi a segunda causa, representando 13% do total de desempregados.  
  
Em Agosto, os desempregados de longa duração, ou seja, os que estão inscritos há mais de um ano, aumentaram 23,6% em relação ao mesmo mês de 2012, enquanto os desempregados inscritos há menos de um ano decresceram 9,6%.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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20
Ago 13

Engenheiros em fuga de Portugal

Quase 600 engenheiros já deixaram Portugal nos primeiros sete meses do ano, de acordo com dados recolhidos pela Ordem dos Engenheiros.

Entre Janeiro e Julho, um total de 436 foram para países fora da Europa, nomeadamente Moçambique, Angola e Brasil mas também Peru e Colômbia. Para o espaço europeu há registo de 144 saídas.

Em declarações à Renascença, o vice-presidente da Ordem dos Engenheiros, José Pereira Vieira, alerta que a emigração para países europeus é proporcionalmente mais alta.

“No caso dos engenheiros que procuram outros países, mas dentro do espaço europeu, temos um movimento ainda maior em termos percentuais, uma vez que o ano passado, até Dezembro de 2012, nós tivemos uma estatística de 91 engenheiros e, até Julho de 2013, já tínhamos um número de 144, o que é bastante significativo.”

Quem são estes engenheiros e em que condições vão para o estrangeiro? José Vieira frisa que são profissionais altamente qualificados, bem pagos e que, às vezes, também vão pela mão de empresas nacionais que ganharam obras.

“A maior parte são engenheiros civis, muitos deles são seniores, pessoas com muita experiência, alguns deles especialistas e, portanto, são procurados por empresas que, oferecendo melhores salários, salários muito bons, na Europa principalmente, fazem com que alguns desses colegas se desloquem para esses países”,  explica o vice-presidente da Ordem dos Engenheiros.

Fora da Europa, normalmente são grandes empresas portuguesas que recorrem aos engenheiros nacionais para cumprir contratos, nomeadamente em países de língua portuguesa, como Brasil, Angola e Moçambique.

José Pereira Vieira está satisfeito com o reconhecimento dos profissionais portugueses, mas também alerta que o país precisa destes profissionais qualificados no arranque da economia.

Com a livre circulação na União Europeia não há forma de travar a saída dos engenheiros. No entanto, José Pereira Vieira considera que é possível criar condições para que eles queiram continuar em Portugal.

O vice-presidente da Ordem dos Engenheiros, que também é professor universitário, deixa ainda um convite aos mais jovens: os cursos de engenharia são difíceis, mas valem a pena e o país vai precisar de engenheiros.

As empresas estrangeiras procuram, sobretudo, profissionais ligados à indústria de ponta, energia, informática e biomedicina. O número de engenheiros que emigraram já este ano deverá ser maior. A Ordem lembra que muitos profissionais saem do país sem avisar a organização e, por isso, ficam fora das estatísticas.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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16
Ago 13

IEFP: Número de casais desempregados aumenta 45% em Junho

Mais de 12 mil casais tinham, no final de Junho deste ano, ambos os cônjuges desempregados, o que representa um aumento de 45% face ao mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

De acordo com os números do IEFP, o número de casais em que ambos os cônjuges estavam no desemprego atingiu os 12.065 no final de Junho de 2013, mais 3.749 casais do que no período homólogo (+45,1%).

 

No entanto, comparando com o mês anterior, registou-se uma quebra de 3,3%, uma vez que, em maio, eram 12.482 os casais com ambos os elementos desempregados.

 

No final de Junho, estavam registados nos centros de emprego de Portugal Continental 653.967 desempregados, sendo que 49% eram casados ou viviam em união de facto.

 

Os dados dos desempregados registados nos centros de emprego em Junho foram divulgados, pelo IEFP, em meados de Julho, tendo sido revelado uma queda de 1,9% do emprego registado face a Maio, mas ainda assim uma subida de 6,8% quando comparado com igual período do ano passado. No total, em Junho, havia 689.933 desempregados inscritos nos centros de emprego.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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11
Ago 13

Suspensão forçada de contratos de trabalho dispara 60%

O número de contratos de trabalho suspensos aumentou drasticamente no primeiro semestre deste ano comparando com igual período de 2012. Este tipo de redução forçada da atividade (layoff) - mais grave que a redução de horário, a outra modalidade ao dispor das empresas - aumentou mais de 60%, afetando 1449 pessoas, indicam dados da Segurança Social. A redução de horário perdeu expressão, tendo caído 32%, até 867 casos.

Este tipo de mecanismos, previstos no Código do Trabalho, permitem às empresas invocar situações de dificuldade económica e até de calamidade de forma a pagarem até menos um terço do salário normal devido aos seus trabalhadores. Por seu lado, os trabalhadores envolvidos podem beneficiar de uma pequena ajuda da Segurança Social. Os fenómenos de layoff tem uma maior incidência no sector industrial.

Os sindicatos acusam que muitas empresas estão a usar esta figura como uma "antecâmara" do despedimento coletivo. Estes últimos também estão a subir em flecha. Entre janeiro e maio deste ano, foram despedidas por esta via 4808 pessoas, mais 47% que no período homólogo.

Francisco Madelino, professor do ISCTE e ex-presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), alerta que "há uma correlação estreita entre os processos de layoff e os despedimentos coletivos" e dá alguma razão a vários da sindicatos da CGTP, que têm denunciado empresas que, alegam, usam a figura da redução da atividade para, a prazo, forçar rescisões e processos de despedimento junto dos seus trabalhadores, entretanto mais fragilizados no âmbito da redução salarial.

Há casos, diz a CGTP, de empresas que entraram em layoff para mais tarde encerrarem operações em Portugal e deslocalizarem-se para outros países.

No ano passado, o anterior secretário de Estado da Segurança Social do atual Governo (PSD/CDS), Marco António Costa, tocou nesse ponto. "O layoff tem de ser um instrumento para apoiar as empresas a manter o emprego, e não uma antecâmara para depois enviar as pessoas para o desemprego".

"Quem tentar utilizá-lo como um instrumento fraudulento, terá uma negativa surpresa", pois o Governo garante uma "fortíssima fiscalização" destes processos, acrescentou. 

"Não será a generalidade dos casos, a maioria das empresas que entra neste tipo de mecanismos é porque enfrenta realmente dificuldades de procura", diz Madelino, que liderou o IEFP durante o tempo dos governos de José Sócrates (PS).

De acordo com a lei, diz a Segurança Social nos guias, é possível avançar para "a redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo devido a motivos de mercado; motivos estruturais ou tecnológicos; catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa, desde que tais medidas se mostrem indispensáveis para assegurar a viabilidade económica da empresa e a manutenção dos postos de trabalho".

"Durante o período de redução ou suspensão do contrato os trabalhadores têm direito a receber um montante mínimo igual a dois terços do salário ilíquido (sem descontos) que receberiam se estivessem a trabalhar normalmente".

Um exemplo no caso da suspensão de contrato: "se um trabalhador em situação normal receber um salário de 900 euros, tem direito a receber 2/3 daquele ordenado (600 euros) em situação de regime de layoff com suspensão do contrato de trabalho", refere a Previdência.

Em junho deste ano, o layoff estava a ser usado por 191 empresas em Portugal. Alguns dos nomes que têm surgido nas notícias são: Salvador Caetano (Caetanobus), Pescanova, ColdKit Ibérica, entre outros.


Perguntas & respostas

› Como é que as empresas podem invocar a figura do layoff?
Quando a sua atividade for afetada “de forma grave” por motivos de mercado, estruturais ou tecnológicos, catástrofes ou outras ocorrências, sendo contudo previsível a sua recuperação. Tem de garantir a manutenção dos postos de trabalho.

› O que acontece ao trabalhador em layoff?
Ou é forçado a reduzir o horário até um terço do normal ou fica com o contrato suspenso. Terá direito a receber do empregador uma compensação retributiva mensal igual a dois terços do seu salário normal ilíquido, com garantia de um valor mínimo igual ao salário mínimo (485 euros) ou o valor da sua remuneração quando inferior ao SMN.


› Que benefícios se podem manter?
As prestações sociais, exceto subsídio de desemprego e de doença (no caso de suspensão contratual); pode trabalhar noutra empresa, embora possa sofrer corte no apoio relativo ao layoff; mantem subsídio de Natal por inteiro.


› Quanto tempo dura?
A redução ou suspensão por motivos de mercado e estruturais não pode superar seis meses. Em caso de catástrofe pode ir até um ano.


› A empresa pode prolongar o layoff?
Sim, por mais seis meses. Mas só pode recorrer a esta figura depois de decorrido metade do período anteriormente utilizado.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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25
Jul 13

Seis em cada dez desempregados não recebem subsídio

O número de pessoas a receber subsídio de desemprego face ao total de desempregados em Portugal é cada vez mais reduzido. De acordo com os números divulgados hoje pelo Instituto da Segurança Social (ISS), em junho, apenas 392.951  desempregados recebiam aquela prestação social, num universo que em março (últimos dados divulgados pelo INE) era já de 952.200.

Por outras palavras, só 41% dos desempregados recebiam subsídio, quando um ano antes esta relação era de 43%. Ou, dito de outra forma, seis em cada dez desempregados não estavam, em junho, a receber subsídio. O número de beneficiários deste apoio também baixou face a maio, contabilizando-se em junho menos 5620 pessoas a receber subsídio.

Isto acontece num contexto de subida da taxa de desemprego e reflete em parte o efeito das novas regras de atribuição do subsídio de desemprego, que entraram em vigor em abril do ano passado e que alteraram os prazos máximos de atribuição deste apoio.  Esgotado este subsídio, poucos desempregados conseguem passar para o “social”, porque a sua atribuição está dependente de uma prova de condição de recursos.

Ainda de acordo com os dados publicados hoje no site do ISS, 68.486 beneficiários do rendimento social de inserção (RSI) perderam este apoio entre junho de 2012, quando abrangia 339.750 pessoa s, e junho deste ano, quando já eram só 271.264.

Este número também caiu 0,1% relativamente ao mês de maio, em que foram registados 271.590 beneficiários de RSI. Por outro lado, 409 famílias (0,3%) perderam este apoio entre maio e junho. A principal razão prende-se, mais uma vez, com as regras mais apertadas para aceder àquele benefício.

Já o número de pessoas a receber subsídio por doença aumentou em junho 1,8% face ao mesmo mês do ano passado, passando de 102.869 para 104.737 beneficiários no total. Mas na comparação em cadeia a subida foi de 25,8%, face aos 83.239 beneficiários registados em maio.

O Porto lidera a atribuição destes apoios (20.931), seguido de perto por Lisboa (20.723), sucedendo-se Braga (10.804) e Aveiro (8414).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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16
Jul 13

Economia vai destruir 218 mil postos de trabalho este ano

As previsões do Banco de Portugal (BdP) apontam para que a economia portuguesadestrua mais 4,8% de emprego este ano, o que equivale a 218 mil postos de trabalho. No entanto, o número poderá mesmo aumentar, uma vez que os dados mais recentes do INE, referentes aos primeiros três meses do ano, apontam já para uma destruição de 96.600 empregos.

Segundo as estimativas da instituição, prevê-se que, ao longo do próximo ano, haja uma redução de 1,3% do emprego, o que equivale a 56 mil postos de trabalho.

De acordo com o Boletim Económico de Verão, divulgado esta terça-feira, esta evolução traduz «uma redução muito acentuada tanto do emprego público como do emprego no setor privado», tendo esta estimativa implícita uma redução do emprego privado de 5,1% em 2013 e uma queda de 0,3% em 2014.

«À semelhança do ocorrido em 2012, a redução do emprego no horizonte de projeção deverá ser claramente superior à da atividade [económica], o que sugere que o ajustamento é percebido pelos agentes económicos como permanentes. A existência de fenómenos de retenção de emprego é, desta forma, reduzida, o que se deverá acentuar num cenário de prolongamento do período recessivo», argumenta a instituição liderada por Carlos Costa.

No relatório, os técnicos do BdP alertam que esta situação «poderá colocar desafios adicionais ao mercado de trabalho» e que «a reafetação setorial do emprego, que é potenciada por uma evolução da atividade particularmente desfavorável nos setores relativamente mais intensivos em mão-de-obra, como a construção, pode gerar fenómenos de persistência de desemprego».

Estas previsões são mais negativas do que as apresentadas pela instituição em março, quando o BdP divulgou o Boletim Económico de Primavera, em que indicava que a economia portuguesa deveria destruir mais 3,3% dos empregos durante este ano até conseguir atingir uma «relativa estabilidade» em 2014.

Quanto ao crescimento, as previsões apontam para uma recessão, embora mais ligeira, de 2 por cento este ano, contra a previsão inicial de 2,3%. No entanto, para o ano, em vez de se registar um crescimento de 1,1% vai apenas registar-se uma subida ligeira de 0,3%.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/ec

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09
Jun 13

Quase 4 mil despedimentos colectivos em 2013

Quase quatro mil pessoas foram despedidas até Abril no âmbito de processos de despedimento colectivo concluídos, mais 41,5% que em igual período de 2012, segundo dados da Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT).

Até Abril deste ano 3.789 pessoas viram terminado o processo de despedimento colectivo, num universo de 35.158 trabalhadores. Este número traduz um aumento face aos processos concluídos até Abril do ano passado, de 2.677 trabalhadores despedidos.

Para além dos 3.789 despedimentos efectivados até Abril último, pelo menos 3.939 trabalhadores aguardam a decisão do processo de despedimento.

Relativamente ao número de empresas, este ano foram concluídos processos em 388 companhias, um aumento também face a igual período 2012: foram 315 as empresas que concluíram despedimentos colectivos entre Janeiro e Abril de 2012.

No total do ano passado, 10.488 pessoas foram despedidas de um universo de 1.129 empresas.

De acordo com o Código do Trabalho, considera-se despedimento colectivo o efectuado pelo empregador, simultânea ou sucessivamente no período de três meses, abrangendo pelo menos dois trabalhadores se a empresa tiver menos de 50 trabalhadores, ou cinco trabalhadores se a empresa tiver pelo menos 50 trabalhadores, com fundamento em encerramento de uma ou várias secções ou estrutura equivalente ou redução do número de trabalhadores determinada por motivos de mercado, estruturais ou tecnológicos.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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04
Jun 13

Crise origina corrida jovem para posto de nadador-salvador

Em 2010, a falta de nadadores-salvadores quase pôs em risco o arranque da época balnear. O ano passado, a "fartura"obrigou a horários mais curtos para todos e, neste ano, há já nadadores sem colocação.

A situação n' Os Delfins - Associação de Nadadores Salvadores da Póvoa de Varzim e Vila do Conde é o espelho do país: a crise está a levar mais gente a procurar emprego a vigiar as praias no verão.

"Nestes últimos anos, fruto da crise e do desemprego, cada vez há mais gente e até gente com maior formação académica", afirma Alexandre Tadeia. O presidente da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores garante que não há "nenhuma associação de nadadores que tenha falta de pessoal" e a bolsa nacional - 4500 nadadores - é "suficiente" para todas as praias.

 fonte:http://www.jn.pt/


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