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Out 12

Número de professores do secundário e superior desempregados aumenta 70% em setembro

O número de professores do ensino secundário e superior, inscritos nos centros de emprego, aumentou 69,5% em setembro face ao período homólogo e 42% face ao mês anterior, segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional.

As estatísticas mensais do IEFP revelam que, no final de setembro, havia 20.130 inscritos nos centros de emprego deste grupo profissional, mais 69,5% em relação ao período homólogo.

No mês de setembro, inscreveram-se mais quase 6.000 docentes do ensino secundário, superior e profissões similares nos centros de emprego, o que representa um aumento de 42,4% face ao mês anterior.

"Em comparação com o mês homólogo do ano passado, o desemprego aumentou em todos os grupos profissionais, verificando-se os acréscimos percentuais mais elevados nos quadros superiores da administração pública, grupo que se apresenta pouco expressivo no total de desemprego registado, e nos docentes do ensino secundário, superior e profissões similares", lê-se no documento.

Segundo o IEFP, o pessoal dos serviços, de proteção e de segurança é o grupo mais afetado, representando cerca de 12,2 por cento dos inscritos, seguido pelos trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio, que no final de setembro, representavam 10,9 por cento.

fonte:http://www.jn.pt/P

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03
Ago 11

Cerca de 20 mil professores podem ficar sem trabalho, adverte FENPROF

Sindicalista António Avelãs acusa Governo de ter uma "política para quem o desemprego parece ser uma situação normal".

São cerca de 20 mil os professores contratados que não vão ter trabalho no próximo ano lectivo. A estimativa é avançada pela Federação Nacional de Professores (FENPROF).

António Avelãs, da FENPROF, afirma, em declarações à Renascença, que as recentes medidas para o sector da educação vão provocar desemprego massivo.

“Que raio de política é esta? É uma política para quem o desemprego parece ser uma situação normal. As medidas tomadas apontam para qualquer coisa como entre 17 a 20 mil professores contratados que estiveram ao serviço este ano e que não vão ter colocação no próximo ano”, acusa António Avelãs.

A FENPROF diz ser possível a colocação de muitos professores em algumas das escolas de zonas próximas das grandes cidades.

“Ao mesmo tempo que isto acontece, também é verdade que há, sobretudo, nas zonas próximas das grandes cidades escolas com turmas enormes e sobrelotadas. Talvez aí fosse possível encontrar algum lugar para os professores contratados”, afirma António Avelãs. 

Por sua vez, Lucinda Dâmaso, vice-secretária geral da Federação Nacional da Educação (FNE), garante que não há professores a mais em Portugal.

O ministro da Educação, Nuno Crato, revelou hoje que muitos professores não vão ter colocação e que muitos outros vão ficar com “horário zero” no próximo ano lectivo.

“Bastantes professores” não vão ser contratados, disse Nuno Crato, no Parlamento, onde foi ouvido na comissão parlamentar de educação, ciência e cultura. O ministro não deu números concretos, mas admitiu que serão “bastantes professores não contratados e é muito possível que haja bastantes professores com horário zero”.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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