13
Mar 13

Mais 20 mil desempregados no setor da construção

O desemprego no setor da construção aumentou em 20.090 pessoas em janeiro quando comparado com o mesmo mês de 2012, anunciou a FEPICOP na sua análise de conjuntura mensal.

A Federação Portuguesa da Indústria de Construção (FEPICOP) refere que houve «um aumento histórico do desemprego» em janeiro, situando-se nos 110.522 desempregados oriundos da construção, «o que traduz um aumento de 20.090 pessoas face ao número apurado no primeiro mês de 2012 (81.432)».

Segundo a federação, «o ritmo da crise que afeta o setor da Construção agravou-se em 2012 e não dá mostras de abrandar com a entrada num novo ano», uma vez que o relatório que analisa as expectativas dos empresários indica que os indicadores quantitativos «registam quebras brutais e insustentáveis, muitas delas históricas, como é o caso do emprego e do licenciamento de fogos novos».

O relatório adianta que a carteira de encomendas registou uma queda de 42,6% e a atividade diminuiu 32,7%, sendo que a confiança dos empresários da construção reduziu-se 25,7% e as perspetivas de emprego das empresas caiu 17,6% em termos homólogos no trimestre terminado em janeiro último.

As empresas continuaram a apontar a insuficiência da procura, que atinge os 87% na habitação, 93% nos edifícios não residenciais e 81% nas obras públicas, como a principal condicionante à sua atividade.

A análise da FEPICOP refere também que o acesso ao financiamento «não revela melhorias» já que em dezembro do ano passado, o crédito às empresas traduzia uma redução homóloga de 3,1 mil milhões de euros, enquanto o crédito à habitação registava uma quebra de 27,6%.

Ainda em dezembro de 2012, os fogos licenciados em construção nova caíram 53,6% face ao mesmo mês de 2011, sendo a primeira vez que se registou o licenciamento de menos de 700 fogos num mês.

Em todo o ano de 2012, os fogos licenciados caíram 34,7% face a 2011, «mas mais grave é o facto de nos últimos 11 anos este indicador ter caído 90,2%», sublinha o relatório.

No segmento das obras públicas, em janeiro, o destaque vai para a quebra homóloga de 75,7% no valor das adjudicações.

fonte:http://www.tsf.pt/

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03
Dez 12

Construção perde 85.200 empregos, insolvências aumentam 44%

O setor da construção voltou em outubro a registar quebras em todos os indicadores, com a carteira de encomendas a cair «drasticamente para metade» e as insolvências de empresas a aumentaram 43,7%, anunciou esta segunda-feira a FEPICOP. Ao todo, o setor perdeu 85.200 empregos.

Segundo a análise de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), em outubro e em termos homólogos trimestrais, a situação financeira e as perspetivas de emprego resvalaram 20,7% e 18,1%, respetivamente.

Já no início do mês de novembro, a FEPICOP diz ter detetado uma redução homóloga de 8,2% das habilitações existentes no mercado para o exercício da atividade, equivalente a menos 5.039 entidades, e um aumento de 43,7% do número dos processos de insolvência no setor.

Quanto ao emprego no setor, recuou pela quinta vez consecutiva no 3.º trimestre de 2012, com a perda de 85.200 postos de trabalho e uma queda de 19,3% face ao mesmo trimestre do ano anterior.

Ao nível do licenciamento habitacional, a FEPICOP destaca a queda, no 3.º trimestre, de 30% na construção nova, mas reporta também uma redução de 8,8% dos trabalhos no único segmento ao qual reconhece «potencial para impulsionar o setor»: a reabilitação.

No segmento das obras públicas, a tendência também é de quebra.

Segundo a federação, «nos primeiros 10 meses do ano o valor dos concursos abertos e adjudicados caíram, respetivamente e em termos homólogos, 43,9% e 50,2%».

«Sem procura e com os aspetos financeiros - nomeadamente os elevados encargos e carga fiscal e os atrasos nos pagamentos do Estado - a constituírem as principais condicionantes da atividade, a construção segue por um caminho que, se não for já atalhado, dificilmente terá retorno», alerta a FEPICOP.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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30
Out 12

Construção: setor já perdeu mais de 100 mil empregos

O número de despedimentos no setor da construção já ultrapassou os 100 mil, afirmou esta terça-feira o Sindicato dos Trabalhadores da Construção, advertindo que, ao ritmo médio de supressão de 10 mil postos de trabalho por mês, a situação vai «disparar» já em janeiro.

«O desemprego neste momento não pode ser científico. Não posso dizer que há apenas 90 mil trabalhadores, pois há mais 10 ou 15 mil que trabalhavam para empresas e que não faziam descontos e não têm direito ao subsídio de desemprego», afirmou o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, citado pela Lusa.

O sindicalista referiu que a situação real aponta para 115 mil trabalhadores desempregados, um ritmo que tem vindo a agravar-se desde janeiro deste ano.

«O ritmo [de despedimentos] que começou, a partir de janeiro, era de 8 mil trabalhadores a saírem para o desemprego. Neste momento, o ritmo de despedimentos mensal é de 10 mil trabalhadores», mencionou Albano Ribeiro.

Relativamente ao número de empresas do setor, o representante do Sindicato disse que «desaparecem cerca de 30 [empresas] por dia».

Albano Ribeiro falava aos jornalistas à porta do Ministério da Economia, em Lisboa, onde uma centena de trabalhadores da construção, vindos do Porto, se manifestou esta tarde. O presidente do Sindicato trazia consigo uma proposta para apresentar a Álvaro Santos Pereira, na qual defende que o Governo deve destinar cerca de 5 mil milhões de euros do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para o setor da construção, um «setor que está a ser varrido».

Na impossibilidade de ser recebido pelo ministro da tutela, Albano Ribeiro rejeitou entregar a proposta do Sindicato a um assessor do ministro e aguarda agora ser convocado para uma audiência, disse ainda aos jornalistas.

De acordo com o relatório mensal promovido pela Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, (FEPICOP) citado pelo jornal «Público», o número de desempregados oriundos do setor da construção inscritos nos centros de emprego totalizou os 97.874 no final de agosto.

A Federação que representa as empresas do setor alerta igualmente para o facto de a atual carteira de encomendas só garantir trabalho na construção até ao próximo mês de abril, segundo o mesmo jornal.

Se o Governo nada fizer, adverte o Sindicato, 2013 será um ano «de muitas lutas e de muita contestação nas ruas».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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28
Ago 12

Construção: setor perde 90 postos de trabalho por hora

O desemprego na construção atingiu um máximo histórico em 2012 e o setor perde atualmente 90 postos de trabalho por hora, estimou esta terça-feira a FEPICOP (Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas).

Na sua análise de conjuntura relativa ao mês de agosto, a FEPICOP revela que a variação negativa da carteira de encomendas, as perspetivas de evolução de emprego e a confiança dos empresários do setor voltaram a agravar-se.

O desemprego no setor da construção atingiu níveis recorde em 2012, com um aumento de 29,5 por cento no primeiro semestre face ao ano anterior e cerca de 94.600 desempregados inscritos nos centros de emprego, em termos médios mensais.

«Este forte acréscimo no número de desempregados que, no segundo trimestre, atingiu uma variação homóloga de 33,1 por cento, foi naturalmente acompanhado pela quebra do emprego no setor. Segundo o inquérito ao emprego do INE, durante os primeiros três meses do ano, o número de empregados do setor da construção rondou os 387.700, menos 13,3 por cento do que um ano antes», adianta o documento, citado pela Lusa.

Na última década, o peso do emprego nesta atividade no total do país caiu de 12 para 8,3 por cento.

As falências de empresas evidenciam as dificuldades do setor: entre 1 de janeiro e 25 de julho desapareceram 868 construtoras (mais 60 por cento do que no período homólogo).

Nos primeiros seis meses de 2012, a produção da construção foi negativa em todos os segmentos de atividade devido à forte quebra da procura.

Foram licenciados 5.375 novos fogos ao longo dos primeiros cinco meses do ano (-31,4 por cento face ao mesmo período de 2011).

A procura tem sido condicionada pelas restrições à concessão de novos créditos à habitação. Entre janeiro e maio, o montante total dos novos créditos atingiu 802 milhões de euros, o que traduz uma quebra homóloga de 71 por cento.

Também nas obras públicas, o investimento sofreu um decréscimo acentuado, com o montante das obras a concurso até julho a somar apenas 847 milhões de euros, menos 56 por cento do que no mesmo período de 2011.

O indicador de confiança dos empresários do setor evidenciam a tendência negativa, apresentando uma queda homóloga acumulada de 15,4 por cento no primeiro semestre de 2012.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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26
Mai 12

Construção: 10 mil postos de trabalho desaparecem por mês

O presidente do Sindicato da Construção de Portugal disse este sábado que «todos os dias desaparecem 15 empresas e todos os meses desaparecem cerca de 10 mil postos de trabalho», porque o setor está praticamente paralisado.

«Se o atual Governo persistir na mesma direção e não lançar o Hospital de Todos os Santos (Lisboa), as barragens, a reestruturação dos caminhos-de-ferro até ao final do ano este setor é mesmo varrido», vaticinou Albano Ribeiro, numa conferência de imprensa no Porto, focada no desemprego crescente na construção, em boa parte devido a um forte desinvestimento público.

Albano Ribeiro deu com exemplo a suspensão da construção do túnel rodoviário e da autoestrada do Marão, entre os concelhos de Amarante e Vila Real, que se prolonga há um ano e «afetou 1.400 postos de trabalho».

«Todos os dias, há empresas que abandonam os trabalhadores», deixando-os «em situações muito fragilizadas» no que toca aos seus direitos, afirmou.

Muitos trabalhadores «entregaram as suas casas» aos bancos por não terem meios financeiros, mas o sindicato é da opinião que, «muito rapidamente, os números irão aumentar vertiginosamente».

Albano Ribeiro referiu haver vários casos em que o desemprego atinge «marido, mulher e filhos» e nesta conferência de imprensa estiveram presentes trabalhadores a braços com esse problema.


Para Albano Ribeiro, o Governo tem de «fazer tudo ao contrário» e promover o «relançamento do setor e da economia» para inverter a situação que o setor vive.

Segundo o sindicalista, «só haverá crescimento económico se este Governo, de uma vez por todas, olhar para construção civil e obras públicas como motor da economia», o que «criaria cerca de 100 mil postos de trabalho neste setor e nos da cerâmica, do vidro, das pedreiras, da metalurgia, dos têxteis e dos materiais de construção, entre outros».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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19
Out 11

Mais de 1.200 construtoras fecharam as portas nos últimos 12 meses

Mais de 1.200 empresas ou empresários individuais da construção deixaram de operar nos últimos 12 meses, segundo a análise regional da AECOPS, referente ao mês de Outubro.

"Mantém-se uma tendência de decréscimo no número de entidades habilitadas para o exercício da actividade de construção, com uma redução homóloga de dois por cento para o total nacional em Outubro (menos 1.277 entidades do que em igual mês do ano anterior)", segundo o documento divulgado hoje pela Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS).

O número de pessoas a trabalhar no sector na construção também continua em queda: a AECOPS cita dados do Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE) e afirma que o sector da construção "foi responsável por 451,2 mil postos de trabalho durante o primeiro semestre de 2011, o que correspondia a 9,2% do emprego total".

A associação salienta que, "há apenas três anos, o sector era responsável por 10,7% do número total de postos de trabalho" em Portugal.

Como consequência da redução do emprego, o número de desempregados do sector da construção inscritos nos centros de emprego "rondava os 70 mil no final de Agosto", o equivalente a cerca de 14,2% do número total de inscritos.

No que respeita ao mercado das obras públicas, o montante global dos projectos lançados a concurso registou uma queda de 31% até ao final de Setembro, face a igual período do ano passado.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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02
Set 11

Construção: menos 48 mil postos de trabalho desde Janeiro

O sector da construção perdeu mais de 48 mil postos de trabalho desde o início do ano e o número de desempregados vai crescer até ao fim de 2011. As contas são do presidente do Sindicato da Construção de Portugal, Albano Ribeiro, para quem as construtoras têm cada vez menos trabalho e que têm fechado «milhares de empresas».

Com os projectos da Parque Escolar e alguns troços de auto-estradas praticamente concluídos, o sindicalista teme que a situação se agrave ainda mais e lembrou que, actualmente, são já 150 mil os trabalhadores que estão fora do país.

«Há construtoras que estão a direccionar a sua actividade para o mercado internacional. Se não fosse isso, estaríamos muito pior», salientou Albano Ribeiro, citado pela Lusa.

O dirigente sindical acrescentou que muitos dos trabalhadores da construção «nem sequer têm direito ao subsídio de desemprego», pois «são abandonados» por «empresas que não deviam ter lugar no sector», já que não cumprem as suas obrigações com o Estado, nem com os seus colaboradores.

«Se o ministro das Obras Públicas não for sensível às nossas propostas, será responsável pela maior crise de sempre do sector da construção», enfatizou Albano Ribeiro.

O sindicato defende que é possível criar 120 mil novos postos de trabalho, investindo no saneamento básico que «está por realizar» (20 mil empregos), na requalificação de estradas secundárias (30 mil) e na reabilitação urbana (70 mil).

Esta sexta-feira, Opway avançou com um despedimento colectivo, de cerca de 200 trabalhadores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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30
Mai 11

Construção: Setor tem 140 mil postos de trabalho em risco - Confederação

A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) defende a aposta na reabilitação urbana e a readaptação das verbas do QREN para evitar que o setor perca 140 mil trabalhadores.

O presidente da CPCI, Reis Campos, disse à Lusa que "a reabilitação urbana tem de ser definida como uma efetiva prioridade" para contrariar a crise que o setor atravessa e defendeu a readaptação das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

"Há 15 mil milhões de euros, cerca de 30 por cento das verbas do QREN, que podiam ser readaptadas e utilizados na dinamização do investimento público", defendeu.

fonte:http://aeiou.visao.pt/c

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