14
Nov 12

Custo do trabalho subiu 1,1% no terceiro trimestre

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) aumentou 1,1% no terceiro trimestre deste ano, face ao trimestre homólogo de 2011, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE). No trimestre anterior, tinha havido uma queda de 4%.

O INE, que divulga pela primeira vez dados relativos a toda a economia (com exceção da agricultura e pesca), incluindo a Administração Pública, conclui que a subida resultou do acréscimo de 0,3% no custo médio por trabalhador e do decréscimo do número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador (0,6%).

O ICT é um indicador que mede a evolução dos custos do trabalho por hora efetivamente trabalhada (custo
médio horário), na perspetiva do empregador. Estes custos compreendem, para além das remunerações diretas (salários base), os custos com os benefícios dos trabalhadores e demais encargos suportados pelo empregador (prémios e subsídios, pagamentos por trabalho extraordinário, indemnizações por despedimento, entre outros). 

O acréscimo do ICT foi observado para a maioria das atividades económicas, com oito delas a subirem mais do que a média global (1,1%): Indústrias extrativas (8,5%), Construção (6,4%), Eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio (4,2%), Comércio por grosso e a retalho (2,7%), Captação, tratamento e distribuição de água, saneamento, gestão de resíduos e despoluição (2,2%), Atividades financeiras e de seguros (1,9%), Educação (1,4%) e Atividades de saúde humana e apoio social (1,2%).

Decréscimos só nas Indústrias transformadoras (0,3%), Alojamento e restauração (0,4%), Transportes e armazenagem (2,2%) e Administração pública, defesa e segurança social obrigatória (3,4%).

O ICT subiu em todas as regiões do país. A subida média foi de 2%, mas Centro (6,2%), Região Autónoma dos Açores (2,5%), Região Autónoma da Madeira (2,4%), Lisboa (2,2%) e Algarve (2,1%) registaram subidas acima da média.

Por grupos profissionais, cinco num total de nove registaram um aumento. Os grupos de Pessoal administrativo (4%), Especialistas das atividades intelectuais e científicas (3,6%) e Dirigentes, diretores e gestores executivos (3,2%) apresentaram as maiores subidas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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22
Ago 12

Custos de trabalho ainda acima da Europa

Custos unitários do trabalho deveriam cair 10% para igualar média europeia

Os custos de trabalho em Portugal têm vindo a baixar, mas terão de cair mais, de forma a aproximarem-se da média europeia.

O Banco de Portugal revela, no seu Boletim Estatístico, que oscustos unitários do trabalho em Portugal estão ainda muito acima daquilo que é praticado em termos europeus. Terão de baixar cerca de 10% para igualarem a média e melhorar, dessa forma, a competitividade.

Por outras palavras, o que custa a produzir numa hora em Portugal, o que é gasto pelas empresas com o fator trabalho, está 10% acima daquilo que devia.

Os custos unitários do trabalho, que correspondem ao rácio entre as remunerações por trabalhador e a produtividade, englobam não só as remunerações diretas (isto é, os salários base), mas também os gastos com os benefícios dos trabalhadores e demais encargos suportados pelo empregador, como prémios e subsídios, pagamentos por trabalho extraordinário, indemnizações por despedimento, contribuições para a Segurança Social ou planos de saúde, por exemplo. 

Assim, embora a instituição liderada por Carlos Costa mostre, num gráfico, que os custos unitários do trabalho precisariam de descer 10% para acompanhar a Europa, não revela qual a percentagem exata que deveria caber aos ordenados. 

Segundo os últimos dados do INE, o índice dos custos do trabalho em Portugal, excluindo a Administração Pública,aumentou 5% no segundo trimestre deste ano, em comparação com o período entre abril e junho do ano passado.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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21
Mar 12

Custos de trabalho sobem na OCDE

Os custos unitários de trabalho subiram 0,5% nos três últimos meses do ano passado, nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico. Trata-se de uma subida de 0,2% face ao trimestre anterior.

As estimativas da OCDE não apresentam desta vez dados sobre Portugal. Os últimos revelam uma queda de 0,1% dos custos de trabalho - aqui contemplam-se os salários - entre o primeiro e o segundo trimestres de 2011.

A média do quarto trimestre de outros países que compõem a OCDE, «reflete um aumento da remuneração dos custos por unidade de trabalho». Os custos unitários «aumentaram fortemente» no Canadá e na Zona Euro, em 0,6%, que compara com uma queda de 0,3% e de 0,1%, respetivamente, no terceiro trimestre.

Já nos Estados Unidos registou-se uma «desaceleração», face ao trimestre anterior, passando o valor dos custos de 0,8% para 0,6%.

A OCDE justifica esta descida com o aumento da produtividade e refere que, quer no Canadá, quer nos Estados Unidos, «os custos das remunerações por unidade de trabalho foram parcialmente compensadas por um aumento da produtividade [do trabalho], ao passo que na Zona Euro a produtividade caiu 0,1%» no período em análise.

Assim, na Alemanha registou-se um aumento dos custos unitários de trabalho de 1,1% nos últimos três meses do ano passado, valor que compara com -0,3% no trimestre anterior.

Também em França houve um aumento de 0,7% no quarto trimestre de 2011 (face aos 0,2% do trimestre anterior), à semelhança de Itália, cuja subida foi de 0,8% no período em análise, face aos -1,4% do terceiro trimestre do ano passado.

De acordo com a OCDE, os aumentos registados na Alemanha e em Itália prendem-se com «quedas significativas na produtividade do trabalho» de -0,5% e de -0,% , respetivamente.

À exceção de Espanha, cujos custos unitários do trabalharam sofreram uma queda de 1,2%, e da Eslováquia (-2,7%), estes subiram nos restantes países da Zona Euro.

Destaque ainda para o Japão, país em que os custos unitários aumentaram 0,5% no último trimestre de 2011, após uma queda de 2,0% no trimestre anterior o que, de acordo com a OCDE, «reflete uma recuperação do crescimento do produto Interno Bruto (PIB) após o terramoto», cita a Lusa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

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17
Dez 11

Custo por hora de trabalho aumenta 0,8%

O custo do trabalho por hora em Portugal avançou 0,8 por cento nos 12 meses, terminados no passado mês de Setembro. Estes resultados colocam o país abaixo daquilo que é considerada a média dos 17 países da Zona Euro - onde o crescimento foi de 2,7%, divulgou esta sexta-feira o Eurostat.

De acordo com os números do gabinete de estatísticas europeu, Portugal foi o país que registou o menor crescimento entre os 17 países da moeda única. Irlanda surpreendeu os indicadores, já que foi o único Estado que contrariou a tendência, com uma descida de 1,1% no custo de trabalho por hora.

Os maiores aumentos nos custos de trabalho foram registados na Bulgária (9,8%), Roménia (7,9%) e Eslováquia (7,2%).

Analisando os números disponíveis no total dos 27 Estados-membro da União Europeia, o avanço foi de 2,6%, menos uma décima que a média da Zona Euro.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Set 11

Custos laborais por hora caem 0,8% em Portugal no ano terminado em junho - Eurostat

Os custos do trabalho por hora caíram 0,8 por cento em Portugal nos 12 meses terminados no final de junho deste ano, especialmente influenciado por uma queda nas remunerações dos trabalhadores, que caíram 1 por cento, indicou o Eurostat.

De acordo com os dados divulgados hoje pelo gabinete de estatísticas das comunidades europeias, nos 27 países que compõem a União Europeia apenas três registaram quedas no custo nominal do trabalho por hora no final do segundo trimestre, e foram os países atualmente sob programas de assistência financeira de Bruxelas e do Fundo Monetário Internacional: Portugal, Grécia e Irlanda.

A Grécia foi a que maior queda apresentou, 3,7 por cento, seguido da Irlanda, com uma queda de 3,5 por cento e finalmente Portugal 0,8 por cento.


fonte:http://aeiou.visao.pt/

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