18
Out 14

Menos 80 mil inscritos nos centros de emprego no espaço de um ano

O desemprego registado caiu 11,6% em termos homólogos no mês de Setembro, evoluindo também em queda face a Agosto deste ano, de acordo com os dados do IEFP.

Em Setembro estavam registados nos centros de emprego portugueses um total de 616.622 desempregados, um número que constitui uma queda face ao mesmo mês do ano passado e também contra Agosto deste ano, de acordo com os dados divulgados pelo IEFP.

 

O desemprego registado recuou 11,6% em termos homólogos, o que traduz uma queda de 80.674 inscritos nos centros de emprego no espaço de um ano. Face a Agosto a queda foi de 1,2%, ou 7.608 inscritos.

 

Os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram 17,8%, em relação a Setembro.

A descida do número de desempregados inscritos foi sentida em todos os níveis de instrução e também em todas as regiões. Destaque para o Algarve, onde se registou a descida mais acentuada (-20,8%).

 

Quanto às ofertas de emprego, também apontam para uma melhorai no mercado de trabalho. Aumentaram 20,3% para 23.625.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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18
Mai 14

Número de desempregados inscritos cai 8,3% em abril

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego era de 668.023 em abril, menos 8,3% face ao mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

 

O número de desempregados registados nos centros de emprego caiu, assim, 60.489 em abril e em relação há um ano atrás, enquanto face a março a queda foi de 3,2%, ou seja, menos 21.802 desempregados inscritos. 

A queda anual aconteceu tanto nos homens (-9,6%) como nas mulheres (-7,0%) e, por idade, o recuo nos jovens (até 25 anos) foi de 5,3% e nos adultos de 8,7%. 

Quanto ao período de tempo em que estão inscritos, o número de desempregados inscritos há menos de um ano caiu 16,8% em abril comparando com o período homólogo, enquanto o número dos que estão inscritos há um ano ou mais (desemprego de longa duração) aumentou 2,6%. 

Por regiões, o IEFP diz que o desemprego registado caiu em todas as regiões, seja do Continente ou das Regiões Autónomas.  

O Algarve e o Alentejo registaram a maior queda: -16,6% e -13,5%, respetivamente

fonte:http://www.jn.pt/

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12
Out 13

Microsoft retira alguns serviços de Portugal e deixa 120 no desemprego

Empresa escolheu outro fornecedor para serviços que até agora eram prestados por uma multinacional com escritórios no Parque das Nações, em Lisboa.

A Microsoft vai deslocar para a Grécia e para o Brasil os serviços de apoio ao cliente e de suporte técnico que eram prestados em Portugal. Cerca de 120 trabalhadores vão ficar sem emprego já em Novembro.

De acordo com a agência Lusa, a Microsoft escolheu outro fornecedor para os serviços em causa, que até agora eram prestados por uma multinacional com escritórios no Parque das Nações, em Lisboa. A escolha decorreu de um concurso público internacional.

A Autoridade para as Condições de Trabalho já foi notificada do despedimento colectivo de 120 funcionários dessa empresa.

O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e das Telecomunicações (SNTCT) considera a situação "preocupante", disponibilizando o sindicato para esclarecer e ajudar os trabalhadores no que for possível.

A Microsoft Portugal disse em comunicado continuar "empenhada na criação de emprego, encontrando-se actualmente em negociações para trazer para o nosso país novos serviços de suporte" e apoio ao cliente via telefone. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/


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30
Set 13

Mais de metade dos desempregados sem subsídio

O Estado português apenas atribuiu prestações de desemprego a 387 mil desempregados em agosto, deixando sem estes apoios mais de 490 mil desempregados, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela Segurança Social.

De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social (www.seg-social.pt), em agosto existiam 387.047 beneficiários de prestações de desemprego, mais 3.034 pessoas do que em julho (últimos dados disponíveis) e o equivalente a 44% do último número total de desempregados contabilizados pelo Eurostat.

Os últimos dados divulgados pelo Eurostat contabilizavam em julho deste ano um total de 878 mil desempregados, com a taxa de desemprego a situar-se nos 16,5%.

Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego inicial, subsídio social de desemprego subsequente e prolongamento do subsídio social de desemprego, prestações que atingiram em agosto o valor médio de 481,94 euros, face aos 501,54 euros observados um ano antes.

O Porto é o distrito com o número de beneficiários com prestações de desemprego mais elevado, tendo sido em agosto atribuídos subsídios a 85.363 pessoas.

Segue-se o distrito de Lisboa, com 78.856 desempregados a receber prestações de desemprego.

Os beneficiários do sexo masculino são em número superior (201.722 pessoas), em relação aos do sexo feminino (185.325).

O Eurostat divulga os dados referentes a agosto na terça-feira.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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15
Set 13

Sobe o número de desempregados inscritos

O aumento do desemprego em termos homólogos foi generalizado a todas as regiões, com excepção do Algarve, onde se registou uma redução de 6,9%.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego era de 695.065, em Agosto, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 1% face a Julho, indica o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).   
  
O total de desempregados registados nos centros de emprego no final de Agosto aumentou 21.644 em relação ao período homólogo e aumentou 6.966 em relação ao mês de Julho deste ano.   
  
Os 695.065 desempregados registados em Agosto correspondem a 79,1% do total de 879.113 pessoas que se inscreveram para pedir emprego. 
  
A subida do desemprego em termos homólogos foi generalizada a todas as regiões, com excepção do Algarve, onde se registou uma redução de 6,9%. 
  
O "fim de trabalho não permanente" foi o principal motivo para a inscrição nos centros de emprego, representando cerca de 41% do total de desemprego em Agosto.   
  
O motivo "despedido" foi a segunda causa, representando 13% do total de desempregados.  
  
Em Agosto, os desempregados de longa duração, ou seja, os que estão inscritos há mais de um ano, aumentaram 23,6% em relação ao mesmo mês de 2012, enquanto os desempregados inscritos há menos de um ano decresceram 9,6%.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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10
Set 13

Portugal mantém terceira maior taxa de desemprego na OCDE

A taxa de desemprego em Portugal caiu para os 16,5% em Julho, mantendo a terceira maior taxa dos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) para os quais existem dados disponíveis. 

No conjunto dos países da OCDE, a taxa de desemprego caiu para 7,9% e manteve-se estável na União Europeia, onde permaneceu nos 11%. 

Na zona euro, a taxa de desemprego também estabilizou nos 12,1%, pelo quinto mês consecutivo. 

A OCDE frisa que desde o início da crise financeira que "as taxas de desemprego do países da organização evoluíram de maneiras significativamente diferentes". 

O país com a taxa mais elevada foi Espanha, com 26,3%, mas tendo em conta o último mês da Grécia com dados disponíveis (maio) a taxa neste país situou-se nos 27,6%. 

Portugal surge logo depois com 16,5%, taxa que já tinha sido divulgada pelo Eurostat a 30 de Agosto. 

Na Alemanha, no Japão, no México, na Coreia do Sul e na Noruega o desemprego permaneceu abaixo dos 5,5%. 

Nos EUA, a taxa de desemprego caiu em Julho para 7,4% em Abril. 

Segundo a OCDE, no final de Julho havia 47,9 milhões de desempregados no conjunto dos países que compõem a organização, menos 0,4 milhões do que em Junho, mas mesmo assim 13,2 milhões mais do que antes da crise.

fonte:http://rr.sapo.pt/info

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23
Ago 13

17 municípios têm taxa de desemprego superior a 20%

Resende, a terra das férias de infância do atual ministro da Economia, António Pires de Lima, é a recordista do desemprego em Portugal continental.

Desertificação, abandono dos campos, trabalho sazonal ligado à apanha da cereja e às vindimas, falências de pequenas empresas, sobretudo da construção e do pequeno comércio, constrangimentos financeiros impostos ao maior empregador da região - a autarquia -, tudo ajuda a explicar o declínio social da bonita região à beira do rio Douro plantada.

Este pequeno concelho do distrito de Viseu terá uma taxa de desemprego de quase 29%. Apesar de a população total rondar as 9600 pessoas, apenas 3900 dizem estar ativas - as que trabalham ou se dizem aptas a fazê-lo (dados dos censos do INE). Destas, cerca de 1118 estavam sem trabalho e inscritas no centro de emprego, referem os dados de julho do IEFP.

A vizinha Cinfães, a apenas 23 minutos por estrada, segue de perto com o segundo maior registo (28,2%). São níveis mais graves do que a média de Espanha, ali tão perto, com uma taxa de 26%.

 
 
17 municípios têm taxa de desemprego superior a 20%
 
 

A autodenominada "Capital da Cereja" e "Coração do Douro Vinhateiro", enfrenta de forma emblemática a agressividade do programa de ajustamento.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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Ajudas do Estado só chegam a 56% dos desempregados

O número de prestações de desemprego pagas em Portugal voltou a cair em julho, pelo terceiro mês consecutivo. Neste período, a Segurança Social contabilizou 384.013 beneficiários, menos 2,3% que no mês de junho e menos 6,14% que em julho do ano passado. Estes dados acompanham a queda no número de inscritos nos Centros de Emprego, menos 688.099 desempregados, uma redução de 0,3% face a Junho -, que já recuam há seis meses. No entanto, há muitos incritos a quem este apoio estatal ainda não chega. 

Cruzando os dados divulgados ontem pela Segurança Social com o número de pessoas inscritas nos Centros de Emprego contabilizados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional para o mesmo mês, as prestações chegam apenas a 56% dos inscritos. Estas podem ser um subsídio social ou um subsídio de desemprego. 

Mas nem todos os desempregados que existem no País estão inscritos nos Centros de Emprego e, como tal, os números do IEFP deixam de fora uma fatia da população. Assim sendo, e de acordo com os dados do INE (Instituto Nacional de Estatítica) que agregam a totalidade de desempregados, as prestações de desemprego não atingem mais de metade dos desempregados: 56,4%.

Menos beneficiários a receber RSI
O número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção também voltou a cair em julho. Naquele mês recebiam este apoio 269.903 pessoas sendo necessário recuar  a janeiro de 2007 para encontar um universo mais reduzido.

Os addos hoje disponibilizados pela Segurança Social indicam que entre junho e julho deixaram de receber este apoio 1194 pessoas. As comparações com a situação verificada no início deste ano ou no em julho de 2012 revelam igulamente uma queda no número de beneficiários.

Em média, cada um dos 269.903 beneficiários do rendimento social de inserção recebeu em julho cerca de 82,8 euros, valor que se tem mantido relativamente estável ao longo dos últimos meses.

A redução do número de pessoas abrangidas por este apoio social é uma das consequ~encia do aperto dos critérios e das condições de acesso ou de renovação do RSI e tem tisdo impacto na redução da despesa. De acordo com os dados da execução orçamental, até julho o RSI tinha absorvido 188 milhões de eurtos, o que traduz uma redução de 24,1% face ao valor atribuído no período homólogo de 2012.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Eco

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16
Ago 13

IEFP: Número de casais desempregados aumenta 45% em Junho

Mais de 12 mil casais tinham, no final de Junho deste ano, ambos os cônjuges desempregados, o que representa um aumento de 45% face ao mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

De acordo com os números do IEFP, o número de casais em que ambos os cônjuges estavam no desemprego atingiu os 12.065 no final de Junho de 2013, mais 3.749 casais do que no período homólogo (+45,1%).

 

No entanto, comparando com o mês anterior, registou-se uma quebra de 3,3%, uma vez que, em maio, eram 12.482 os casais com ambos os elementos desempregados.

 

No final de Junho, estavam registados nos centros de emprego de Portugal Continental 653.967 desempregados, sendo que 49% eram casados ou viviam em união de facto.

 

Os dados dos desempregados registados nos centros de emprego em Junho foram divulgados, pelo IEFP, em meados de Julho, tendo sido revelado uma queda de 1,9% do emprego registado face a Maio, mas ainda assim uma subida de 6,8% quando comparado com igual período do ano passado. No total, em Junho, havia 689.933 desempregados inscritos nos centros de emprego.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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08
Ago 13

Desemprego em Portugal cai pela primeira vez em dois anos

A taxa de desemprego desceu para 16,4% no segundo trimestre do ano. É a primeira queda desde que Portugal pediu o resgate.

No final de Junho a taxa de desemprego situou-se em 16,4% da população activa, o que representa o valor mais baixo desde o terceiro trimestre de 2012 e a primeira descida trimestral desde Junho de 2011.

Os números ficaram muito abaixo das estimativas dos economistas consultados pela Reuters, que previam que a taxa de desemprego em Portugal recuasse para entre 17,4% e 17,6%, no segundo trimestre de 2013.

De acordo com os mesmos dados, publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre Abril e Junho estavam no desemprego pouco mais de 886 mil portugueses, o que significa que há menos 66 mil pessoas sem trabalho face ao trimestre anterior.

"Estes dados estão em linha com os recentes sinais mais positivos dos indicadores de conjuntura. Existem vários indicadores que apontam para uma estabilização da actividade económica ou mesmo uma melhoria, cuja sustentabilidade dependerá também do ambiente político na sequência da apresentação do Orçamento de Estado para 2014 e da oitava e nona avaliações da troika", comentou Paula Carvalho, economista do BPI.

Além da taxa geral de desemprego, sobressaem no relatório do INE outros dois dados importantes: a descida do desemprego de longa duração - cidadãos à procura de trabalho há mais de 12 meses -, que afecta agora 548 mil pessoas; e a queda do desemprego jovem para 37%.

Em relação ao trimestre anterior, o desemprego diminuiu em todas as zonas do país. Algarve (16,9%), Madeira (18,8%) e Lisboa (19,3%) sãos as regiões onde a falta de emprego tem maior dimensão.

Recorde-se que a última revisão do governo português para a taxa de desemprego em 2013 é de 18,2% e foi inscrita no Orçamento Rectificativo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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