04
Set 16

SER FUNCIONÁRIO PÚBLICO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

Apresentamos-lhe as principais diferenças entre ser funcionário público e colaborador de uma empresa privada.

Sonha ser funcionário público? Ambiciona ter as regalias que estes funcionários têm? Saiba quais as diferenças entre as condições de trabalho em serviços públicos e empresas privadas.


QUER SER FUNCIONÁRIO PÚBLICO? CONHEÇA OS PRÓS...


ESTABILIDADE

Um dos aspetos pelos quais o emprego na Administração Pública é cobiçado é a estabilidade que os cargos em serviços públicos prometem. O mercado de trabalho flexibilizou-se, assim como as relações laborais, e é cada vez mais simples para as empresas privadas despedirem os seus colaboradores.

As regras da Administração Pública permitem evitar que os seus trabalhadores sejam contratados sob vínculos laborais precários (por exemplo, na situação de falsos recibos verdes).


REMUNERAÇÃO

Outro aspeto que faz muitas pessoas sonhar com um trabalho em serviços públicos é a possibilidade de serem remuneradas acima do que as organizações privadas pagam. Os salários na Administração Pública estão tabelados, o que significa que a categoria remuneratória de um profissional é definida em função do cargo para o qual é contratado e do seu nível de formação.

O salário é, regra geral, pago sem atrasos, e normalmente, no início do ano civil, é dado a conhecer ao trabalhador o calendário de pagamentos de vencimentos. Assim, este sabe exatamente quanto e quando vai receber ao longo de todo o ano.


HORÁRIO

Mesmo quando os serviços da Administração Pública adotaram a semana de trabalho de 40 horas, cada funcionário público trabalharia menos horas semanais do que a generalidade dos colaboradores do setor privado. A verdade é que nas empresas privadas prevalece a cultura dos longos dias de trabalho, sendo os colaboradores que cumprem o horário “mal vistos”, porque o que se promove é o prolongamento indefinido da jornada de trabalho.


MOBILIDADE

A entrada na Administração Pública permite o acesso a concursos públicos internos, ou seja, a concursos exclusivos para pessoas que já trabalham em organismos públicos. Qualquer funcionário público pode efetuar um pedido de mobilidade para outra função ou outro departamento da Administração Pública.

A mobilidade em organismos públicos abre a possibilidade de progressão na carreira – mais uma aliciante do trabalho no setor público.

No setor privado, altamente competitivo, as empresas podem, elas mesmas, promover a mobilidade inter-departamental dos seus colaboradores, com vista à sua formação e progressão profissional. Há mesmo empresas que promovem a rotação de funcionários entre atividades profissionais diferentes ao longo do seu período de permanência na organização.


ACESSO À SAÚDE

As grandes empresas privadas oferecem muitas vezes aos seus colaboradores o acesso a cuidados de saúde através da contratação de seguros. No entanto, convém lembrar que as grandes empresas (ou seja, as empresas que têm mais de 50 colaboradores) representam apenas 1% do tecido empresarial português. Os restantes 99%, compostos por micro, médias e pequenas empresas, nem sempre proporcionam aos seus colaboradores estas condições de acesso à saúde.

Se for funcionário público, terá acesso ao sistema ADSE. Mas atenção: o acesso à ADSE é opcional e é pago pelo próprio funcionário público. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é com o dinheiro dos contribuintes que se pagam os cuidados de saúde dos funcionários da Administração Pública.

 

 

...E CONTRAS DE TRABALHAR NA FUNÇÃO PÚBLICA


CONCORRÊNCIA E DIFICULDADE DE ACESSO

Como é do conhecimento de todos, é difícil tornar-se funcionário público. Não só são vagas muito concorridas, como os processos de recrutamento e seleção de candidatos são exigentes. Para aceder aos concursos públicos abertos e aos seus resultados, consulte a Bolsa de Emprego Público


BUROCRACIA

Se está habituado à agilidade de processos e gosta de fazer acontecer, talvez não se ambiente à sua posição de funcionário público. Tudo o que se faz na Administração Pública é regido por procedimentos que é obrigatório respeitar. As decisões são muitas vezes tomadas com antecedência e é difícil fazer alterações ao percurso determinado – e orçamentado – no final de cada ano civil.

 

DIFICULDADE EM INOVAR E MODERNIZAR PROCESSOS

Devido ao elevado formalismo nas relações laborais, os trabalhadores do setor público relatam pouca fluidez nos processos de trabalho, e, consequentemente, uma grande dificuldade em introduzir mudanças nos serviços públicos. Modernizar a Administração Pública e inovar constituem grandes desafios.


FORMALIDADE

Prepare-se para conhecer bem os graus académicos de todos os seus colegas funcionários públicos, e para usá-los sempre que a eles se dirigir. O formalismo nas relações marca o funcionamento público por oposição ao que já vai acontecendo em muitas empresas privadas, sobretudo nas que têm equipas mais jovens.

 

fonte:http://www.e-konomista.pt/a

publicado por adm às 20:27 | comentar | favorito
07
Jul 13

PORTUGAL E ALEMANHA ASSINAM ACORDO DE COOPERAÇÃO PARA PROMOVER EMPREGO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E ESTÁGIOS PARA JOVENS

Os governos de Portugal e da Alemanha, representados pelo Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e pela Ministra do Trabalho alemã, Ursula von der Leyen, assinaram, em Berlim, um acordo de cooperação para aumentar a mobilidade e o intercâmbio de jovens no emprego, estágios e formação profissional.

Assim que o programa estiver em aplicação, será possível a um jovem português fazer a sua formação ou estágio profissional na Alemanha, e um jovem alemão fazer o mesmo em Portugal.

O acordo prevê ainda a troca de informações e experiências entre o Instituto de Emprego e de Formação Profissional e o seu congénere alemão, entidades que começarão a desenvolver projetos comuns.

Outra área abrangida por este protocolo relaciona-se com a internacionalização de empresas, tendo como meta a criação de mecanismos que ajudem empresas portuguesas a instalarem-se na Alemanha e vice-versa.

O acordo entre Portugal e a Alemanha terá a aplicação de três anos e tem como principal objetivo facilitar a mobilidade de cidadãos dos dois países - especialmente de jovens - no emprego, formação profissional e estágios. O mesmo programa já foi acordado entre a Alemanha, e a Espanha e a Itália.

Hoje, em Berlim, decorrerá a conferência de lançamento do programa europeu para o emprego jovem, onde estará presente o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, bem como o presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

fonte:http://www.portugal.gov.pt/p

publicado por adm às 22:01 | comentar | favorito
25
Fev 12

Quer trabalhar no estrangeiro? Deixamos-lhe umas dicas

Se está a pensar em trabalhar fora de Portugal, a Agência Financeira deixa-lhe algumas dicas que o podem ajudar. 

Para começar avalie os seus conhecimentos, as suas competências e experiência e procure os mercados onde elas fazem falta. É preciso definir a sua procura e saber onde pode ser uma mais-valia.

Por isso, estude bem todas as opções. Pesquise na Internet as empresas da sua área profissional onde se pode candidatar, sites, empresas de recrutamento, câmaras de comércio, etc. 

Estabeleça contactos mesmo antes de partir. É fundamental para saber todos os pormenores do local, dificuldades, mais-valias, burocracias, etc, que poderá ter de resolver.

Aproveite pois, as redes sociais, como o Facebook, o Linkedln ou os blogues, para entrar em contacto com portugueses ou pessoas de outras nacionalidades que moram no país/cidade para onde quer ir.

Passe à ação. Escreva o seu curriculum vitae adaptado à língua e linguagem do país e coloque-o nos sites de emprego, bases de dados de empresas de recrutamento, contacte empresas e responda a anúncios. 

Se escolheu um país europeu pode aproveitar os portais de emprego como o Monster ou o Experteer.com. Não se esqueça das secções de classificados do jornais e das páginas oficiais dos serviços públicos de emprego.

Quando tiver já alguma oferta em vista faça, se puder, umavisita preparatória, de dois ou três dias, para reconhecer o local, ver casas, escolas, sistema fiscal, burocracias, entre outros.

Alguns países em voga

Brasil: a economia está bem de saúde e recomenda-se. Já é a oitava maior do mundo e espera que se expanda a um ritmo de 4% este ano. O país precisa de profissionais nas áreas das engenharias, investigação científica e turismo. Tem a vantagem da língua comum e a desvantagem de ter insegurança. Saiba que é difícil entrar sem visto e sem emprego, por isso, trate de tudo antes de ir.

Qatar: em elevado crescimento, é o país cujos negócios são liderados pelo gás, petróleo e construção. Está sedento por profissionais estrangeiros, sobretudo nas áreas da gestão, mercados financeiros e engenharia. A imigração é controlada e é preciso um «padrinho» para visitar ou trabalhar no emirado, que em último caso pode ser a empresa empregadora (contacto prévio é fulcral, a não ser quando as qualificações são muito altas). A qualidade de vida não é má, mas prepare-se para as diferenças culturais que terá de enfrentar no emirado.

Austrália: tem um dos mais elevados níveis de qualidade de vida e está à procura de estrangeiros qualificados. A indústria mineira é um motor da economia e há aí grandes oportunidades. Há também procura por pessoas em áreas técnicas, como engenharias, tecnologias de informação ou medicina. Aproveite a oportunidade porque a Austrália costuma ser muito controladora em relação à imigração. Se não fala inglês, nem tente. 

Alemanha: dos grandes europeus, é dos que está a recuperar melhor da crise. Continua a ser o maior exportador e, em termos de qualidade de vida, tem tudo: o custo de vida é alto, mas os salários e os apoios sociais também. É fundamental falar alemão e, se falar mandarim, também é uma boa ajuda, por causa das relações bilaterais. Para profissões técnicas podem ser precisos exames e estágios locais, mas não é preciso visto de trabalho. 

China: é o motor da retoma e a segunda maior economia do mundo, tendo ultrapassado o Japão, e é também o país no mundo que vai criar mais oportunidades de negócio e de emprego nos próximos anos. As multinacionais só estão interessadas em estrangeiros com experiência e/ou uma rede de contactos no país. Saber mandarim ou estar disposto a dominar a língua é imprescindível. É fácil criar negócios e redes de contactos, especialmente entre estrangeiros, mas o ambiente é duro, há muita poluição, corrupção e limites à liberdade de expressão (embora os estrangeiros tenham grande tolerância).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:57 | comentar | favorito
20
Fev 12

Guia para procurar trabalho no estrangeiro

Se a opção é ir trabalhar para outro país, lance mãos à obra e invista na procura.

Se está sem trabalho e não vê, em Portugal, qualquer luz ao fundo do túnel, já pensou em emigrar? O Diário Económico deixa-lhe alguns passos a seguir para se lançar nessa aventura em que muitos portugueses estão a embarcar para fugir ao desemprego.

1. Avalie as suas competências
É preciso cruzar dois eixos: as competências que tem e encontrar um mercado onde elas estejam em falta. "É uma perda de tempo pensar que vai fazer qualquer coisa para qualquer lado. Tem de definir um mercado para focalizar energias nesse sentido", afirma José Bancaleiro, ‘managing partner' da ‘executive search' Stanton Chase em Portugal.

2. Lance mãos à obra
Comece por estudar o mercado para onde quer ir, pesquisando na Internet quais as maiores empresas do sector a que se quer candidatar, sites e empresas de recrutamento, ‘head hunters', câmaras de comércio, etc. Conhecer, ainda que teoricamente, o mercado dá resultado, assim como ir já com os contactos feitos, garante o ‘managing partner' da Stanton Chase. O trabalho de preparação é indispensável.

3. Contactos e redes sociais
Aposte no ‘networking' no país para onde decidiu ir e a listar quais os portugueses ou pessoas de outras nacionalidades que conhece lá, amigos de amigos e contacte-os. "A primeira coisa a fazer é preparar a viagem com pessoas com interesses semelhantes aos nossos, que estão a viver na cidade para onde queremos ir. Ajuda-nos a estruturar a viagem e a começar a integrar-nos. Dá-nos outro conforto", diz Tiago Forjaz, o fundador da rede social Star Tracker. Esta e outras redes profissionais, como o LinkedIn, ou até o Facebook, podem ajudar muito neste trabalho preparatório. Existem nestas redes grupos criados de portugueses que vivem no estrangeiro.

4. Net: a grande aliada
Passe à acção: coloque currículos nos sites emprego, nas bases de dados das empresas de ‘head hunting', nas empresas de recrutamento, contacte as empresas, responda a anúncios. Não se esqueça de ir também, no caso do seu destino ser um país europeu, aos portais de emprego globais ou europeus, como o Monster ou o Experteer.com, os sites especializados por actividade e país, às secções de classificados nos diários ‘online' de cada país e às páginas oficiais dos serviços públicos de emprego.

5. Currículo
Pode parecer um pormenor, mas é importante: adaptar o currículo não só à língua, como à linguagem do país. "No Brasil, por exemplo, convém adoptar expressões próprias do brasileiro. Basta ler um livro de gestão", diz José Bancaleiro.

6. Idioma
Em países que não são de língua portuguesa, o especialista em ‘head hunting' aconselha que aprendam umas noções básicas antes de partir: "Embora, no início, o inglês seja suficiente, começar a aprender a língua é importante", refere o responsável da Stanton Chase. Esta questão coloca-se, nomeadamente, no caso da Alemanha.

7. Visita preparatória
Bastam dois ou três dias, mas se puder deslocar-se à cidade para onde vai, antes de se mudar, dá outra segurança quando for para ficar, defende Tiago Forjaz. Veja de casas, escolas, como funciona o sistema fiscal, burocracias, etc.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Jul 11

Saiba o que vai mudar nas indemnizações por despedimento

O Governo aprovou alterações às compensações por despedimento e no dia 28 de Julho a proposta é discutida no Parlamento.

1 - Despedir vai ser mais barato?
No caso de futuros contratos, sim. Hoje, a compensação devida é de 30 dias de retribuição-base e diuturnidades por cada ano de antiguidade. E no caso de contratos a termo certo, é de três ou dois dias por mês, consoante o contrato seja, respectivamente, inferior ou superior a seis meses. Com as novas regras, o valor a instituir será de 20 dias por ano (a aplicar proporcionalmente aos contratos a termo). E parte deve ser financiada por um fundo a criar.

2 - E no caso de actuais trabalhadores?
Para já, as mudanças não afectam quem já está empregado. No entanto, a ‘troika' espera uma proposta, até ao final do ano, que preveja o alinhamento das medidas aos actuais trabalhadores. Mas também diz que os direitos adquiridos estão garantidos o que pode apontar para uma fórmula mista em que o novo regime só se aplica ao tempo de trabalho depois da entrada em vigor da nova lei. Mas sobre isto, o Governo não adiantou nada ontem, dizendo apenas que o acordo com a ‘troika' é para cumprir e remetendo respostas para a concertação social. Também para 2012, o memorando de entendimento pede novo alinhamento dos valores com a média europeia.

3 - Cai a possibilidade do pagamento de 22 dias?
No acordo de Março, previa-se que as indemnizações pudessem chegar a 22 dias por ano, nos casos em que os descontos para a Segurança Social atingem mais parcelas salariais. Questionado sobre se poderia haver excepções à regra de 20 dias, Marques Guedes disse que não.

4 - Há outros tectos?
Sim. Tal como previsto no acordo, a indemnização terá um tecto de 12 meses e de 240 salários mínimos (116.400 euros). Em termos mensais, é instituído assim um limite de 20 salários mínimos mensais (9.700 euros). Também desaparece o pagamento mínimo de três meses.

5 - Quando será criado o novo fundo empresarial?
O mecanismo ainda vai passar pela concertação social. O Governo diz que a entrada em vigor das regras de indemnizações não dependem do fundo porque, até lá, as empresas serão responsáveis pelo pagamento integral dos direitos. Ainda assim, também admite que ambas as medidas possam ser simultâneas e aponta para final de Agosto ou início de Setembro.

6 - Quanto se desconta?
O acordo previa que a taxa de financiamento das empresas fosse até 1% das remunerações mas variando consoante o anterior nível de cessações de contrato. O mecanismo devia garantir metade do pagamento em caso de encerramento ou falência e também em contratos superiores a três anos. E pagaria parte da compensação em contratos mais curtos. Na Europa, existe o exemplo de Áustria, onde o fundo exige um desconto de cerca de 1,5% e que pode ser usado em caso de despedimento ou como poupança para a pensão. Mas Marques Guedes remeteu respostas para a concertação social, salientando apenas que o exemplo da Áustria pode ser um "ponto de análise" na medida em que é um dos poucos casos existentes.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 08:21 | comentar | favorito
03
Jul 11

13 medidas para o ajudar a encontrar trabalho

O número 13 costuma ser sinónimo de azar, mas neste caso pretende-se o contrário. Para ajudar a população desempregada a reentrar no mercado laboral, o Executivo de Passos Coelho tem 13 medidas em carteira no seu Plano de Governo. O Saldo Positivo dá-lhe a conhecer as decisões do Governo que pretendem combater o flagelo do desemprego.

 

O desemprego atinge mais de 600 mil portugueses. Saiba as medidas que o novo Governo pretende tomar para combater este flagelo.

1 - Rever os conteúdos das ofertas de formação e adequá-las às necessidades do mercado de trabalho,  permitindo às empresas deduzir os respectivos custos em sede de tributação;

2 - Identificar as profissões em que a oferta seja superior à procura e divulgá-las. Assim, quem procura emprego fica a saber onde é que existem mais vagas;

3 - Publicar a lista de profissões em que é previsível virem a verificar-se maiores necessidades de mão-de-obra;

4 - Para a juventude qualificada, precária e com dificuldades em encontrar trabalho, o Governo pretende criar programas que promovam o acesso ao mercado de trabalho, evitando a emigração de talentos nacionais;

5 - Requalificar desempregados, dotando-os de ferramentas que os possam ajudar a ir ao encontro de profissões onde existam mais empregos;

6 – Para promover a formação, o Executivo quer introduzir a ideia do cheque-formação – o documento não explica pormenores sobre quem serão os beneficiários.

7 -
 Para os desempregados com mais de 55 anos, o Governo pretende desenvolver acções de formação profissional específica. O objectivo é dotar esta classe de competências adequadas para desempenho de funções de apoio social, no quadro da Rede Nacional de Solidariedade;

8 - O Executivo pretende ainda desenvolver mecanismos de apoio à promoção do próprio emprego e de apoio ao início de actividade aos níveis da consultadoria, do financiamento e da qualificação;

9 - Faz ainda parte dos planos do Governo “aprofundar os mecanismos de intervenção revistos no regime dos Centros de Emprego e Inserção”, ou seja, o desenvolvimento de actividades de responsabilidade social e de trabalho socialmente útil “que contribuam para a promoção de uma efectiva integração profissional de públicos desfavorecidos”;

10 – O IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional – deverá ser alvo de uma reestruturação. A gestão dos centros protocolares será reforçada por agentes económicos e parceiros sociais, com base em contratos-programa com regras de financiamento e obrigações.

11 – Apostar na polivalência  para criar mais oportunidades de emprego, apostando na formação continuada e proporcionando qualificações transversais dos portugueses desempregados;

12 - Reforçar a ajuda técnica, nos gabinetes de inserção profissional, para desempregados com o objectivo de dar a conhecer as possibilidades e incentivos para a criação do próprio emprego;

13 – Quem quiser criar o seu próprio emprego passa a ter a possibilidade de suspender o subsídio de desemprego e retomá-lo em caso de insucesso, em vez de entregá-lo todo de uma vez.

fontte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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08
Mai 11

Novo regime de contrato de trabalho mas sem afectar antigos

O PSD quer criar um "sistema dual" destinado a criar "uma nova tipologia de contrato ou um novo regime" de contrato de trabalho, mas sem afectar os contratos antigos com vista a flexibilizar o mercado laboral.

De acordo com o programa eleitoral do PSD hoje divulgado, "a competitividade das empresas e da economia portuguesa no atual contexto de globalização económica exige, acima de tudo, uma legislação laboral que facilite o funcionamento da economia e a criação de emprego".

"Nos contratos a celebrar no futuro, [o PSD] pondera a passagem para a existência legal de um só tipo de contrato, de maneira a acabar tendencialmente com os contratos a termo, mas alargando o prazo para o período experimental no recrutamento inicial", lê-se no documento.

Neste sentido, o PSD propõe-se a discutir com os parceiros sociais um "Pacto para uma Nova Competitividade", destinado a "modernizar o mercado de trabalho e as relações laborais permitindo uma maior criação de emprego e uma redução estrutural do desemprego", dotando as empresas de "instrumentos de resposta a situações de crise e condições para o aumento da produtividade e competitividade".

O PSD pretende assegurar que "a política normal de rendimentos deve respeitar o princípio geral de que, a nível global da economia, os custos do trabalho deverão evoluir com a produtividade geral da economia". Os sociais-democratas pretendem, caso venham a governar, simplificar a legislação laboral e diminuir a burocracia entre empresas, Estado e trabalhadores.

No âmbito da flexibilização do mercado de trabalho, o PSD quer rever o Código Contributivo no sentido de "diminuir os custos de trabalho para as empresas e promover o emprego". Para o subsídio de desemprego, o PSD tenciona reduzir o tempo necessário para o acesso a esta prestação social e reestruturar o modelo actual "com vista ao estímulo ao regresso ao mercado de trabalho".

 

No âmbito do trabalho temporário, a proposta do PSD prevê "a possibilidade de prescindir da justificação, desde que respeitados certos limites percentuais deste tipo de contratação".

"Apesar de sucessivas reformas no "Código do Trabalho", os investidores e as organizações internacionais continuam a apontar que o mercado de trabalho português carece de medidas que desbloqueiem os pontos críticos que estão a impedir uma melhor organização do trabalho e a desincentivar a criação de emprego", destaca a proposta do PSD, que justifica a necessidade das alterações propostas com a projecção recente que aponta para 13 por cento de desemprego em 2013.

fonte:http://www.dn.pt/i

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24
Mar 11

Porto: Novo hotel cria 75 postos de trabalho

A cadeia de hotelaria de luxo InterContinental vai abrir a sua primeira unidade em Portugal, na Baixa do Porto. O projeto representa um investimento de 30 milhões de euros e vai criar 75 postos de trabalho diretos.

O hotel será instalado no Palácio das Cardosas, edifício que já está a ser remodelado para o efeito. Com uma oferta de 105 quartos e suites, terá ainda um restaurante de luxo e um bar com vista para a Praça da Liberdade, informa o site da cadeia InterContinental.  

De acordo com o jornal Expresso, a clientela vai ser distribuída entre os negócios (40%), lazer (50%) e reuniões ou conferências (10%). Por isso, o hotel vai contar com três espaços comerciais para marcas de pronto a vestir de luxo, um spa, ginásio e três salas de reuniões. 

Embora a inauguração esteja prevista para junho, já foram feitas reservas para o mês de agosto, por um um grupo de clientes corporativos de empresas multinacionais.

A InterContinental espera prosseguir com o seu investimento no nosso país e planeia já criar uma nova unidade hoteleira em Lisboa.

fonte:http://www.boasnoticias.pt/i

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13
Fev 11

Alemanha quer mão-de-obra portuguesa. Saiba como concorrer

A Alemanha precisa de quadros técnicos e quer recrutar mão-de-obra de outros países europeus, incluindo Portugal e Espanha. Para quem está interessado em emigrar para a maior economia da Europa, aqui fica uma dica para dar o primeiro passo e se inscrever.

Os trabalhadores qualificados que procuram emprego na Alemanha devem começar por recorrer ao portal europeu na Internet: o Eures, disse à Lusa o gabinete de imprensa da Central Alemã de Mediação de Quadros Estrangeiros (BA-ZAV).

O site permite a busca de vagas em empresas alemãs, e também a inscrição de candidatos. E «há conselheiros da Eures em Portugal que podem orientar as pessoas na procura de empregos europeus», disse Beate Raabe, porta-voz da BA-ZAV.

Esta central (cuja versão portuguesa se pode encontrar no endereço electrónico http://ec.europa.eu/eures/home.jsp?lang=pt&langChanged=true) com sede em Bona, faz parte da Agência Federal do Trabalho (BA), instituição encarregada na Alemanha de administrar as questões relacionadas com o emprego a nível nacional, das estatísticas à colocação dos trabalhadores. 

Do que é que a Alemanha precisa?

Actualmente, o mercado de trabalho alemão «necessita, sobretudo, de pessoal qualificado para o sector da saúde, médicos e enfermeiros, e também de engenheiros», adiantou a mesma responsável. Mas, avisa, normalmente «exigem-se bons conhecimentos de alemão aos candidatos, excepto nos poucos casos em que se pode recorrer exclusivamente ao Inglês nos postos de trabalho».

«Podem dirigir-se também à nossa central em Bona, mas em princípio não é necessário, porque além do portal da Eures na Internet, em várias línguas, existem conselheiros da Eures em Portugal», lembrou Beate Raabe.

A porta-voz da BA-ZAV lembrou ainda que, para quem quiser procurar emprego na Alemanha, «é fundamental informar-se primeiro, porque não é a mesma coisa trabalhar no Porto ou em Faro ou trabalhar em Hamburgo». 
A emissora de rádio TSF noticiou na segunda-feira que cerca de 100 portugueses se dirigiram ultimamente à Embaixada da Alemanha à procura de trabalho, após notícias sobre uma eventual falta de quadros técnicos neste país.

A embaixada informou-os de que não tinha registo de ofertas concretas de emprego, mas aconselhou-os a dirigirem-se à Agência Federal de Trabalho alemã.

Mais de 116 mil portugueses já vivem e trabalham na Alemanha

A notícia surgiu há duas semanas atrás, pela mão do «Der Spiegel». O jornal alemão escreveu que os democratas-cristãos alemães da chanceler Angela Merkel querem compensar a falta de quadros técnicos na Alemanha atraindo jovens de Portugal e Espanha. «No sul e no leste da Europa há muitos jovens desempregados que procuram urgentemente trabalho», disse ao «Der Spiegel» o vice-presidente do grupo parlamentar democrata-cristão, Michael Fuchs.

«É melhor ir buscar força de trabalho à Europa do que ter de mudar de novo a lei de imigração para permitir a entrada de pessoas de outras regiões», justificou Max Straubinger, dirigente político da União Social Cristã (CSU) da Baviera.

O Der Spiegel dizia ainda que a chanceler Angela Merkel também se mostrou aberta à ideia, e que o tema estaria na agenda das consultas seguintes entre os governos alemão, português e espanhol.

Actualmente vivem na Alemanha cerca de 116 mil portugueses, e nos últimos tempos têm chegado a este país muitos jovens académicos que têm dificuldades em encontrar colocação em Portugal, à procura de oportunidades na maior economia europeia, e normalmente têm êxito.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/alemanha-mao-de-obra-emigracao-emigrar-trabalho-emprego/1231581-1730.html

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30
Jan 11

Emprego só para dez em cada cem

Os números do Instituto de Emprego e Formação Profissional não deixam margem para dúvidas: dos 669 mil desempregados inscritos nos centros de emprego em 2010, só 69 conseguiram colocação. Isto significa que apenas dez em cada cem inscritos no IEFP conseguem emprego pelo instituto.

 

A situação piora se analisarmos apenas o último mês de Dezembro. Dos 47 477 desempregados inscritos IEFP, só 3274 foram colocados, ou seja, 6,8 por cento de todos os que procuravam emprego no IEFP. Há contudo que ter em atenção que há desempregados inscritos no Instituto de Emprego que conseguem emprego por iniciativa própria.

Portugal tem actualmente uma taxa de desemprego de 11 por cento, mas mesmo assim o secretário de Estado do Emprego está confiante de que "o pior já passou". Segundo os últimos dados da Segurança Social, relativos a Novembro, o número de pessoas sem trabalho a receber subsídio de desemprego diminuiu em 49 mil. Só 56,6 por cento dos portugueses sem trabalho em Portugal que estão inscritos no IEFP estão a receber subsídio. Esta percentagem seria muito maior se tivéssemos em conta o subemprego ou pessoas que já desistiram de procurar emprego. Para Eugénio Rosa, economista e membro da CGTP, perante este cenário não faz sentido que o Governo considere que "o pior já passou". O especialista salienta ainda que nas 24 horas que separam 31 de Dezembro e 1 de Janeiro de 2011 mais 17 mil inscreveram-se no IEFP.

RECRUTAMENTO PARA A ALEMANHA "DESCONHECIDO"

A Alemanha da chanceler Angela Merkel revelou recentemente que vai precisar de recursos humanos qualificados, e Portugal pode ser um mercado de recrutamento. Todavia, a Câmara de Comércio Luso-Alemã desconhece quaisquer "iniciativas concretas" que visem o recrutamento de profissionais portugueses que queiram trabalhar na Alemanha, disse à Lusa o director-geral, Hans--Joachim Böhmer. Em Portugal há cerca de 50 mil jovens doutores sem emprego e nove em cada dez novos empregos são precários.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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